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Fé e tradição reunidas nos festejos juninos de Campina Grande

Da Redação com Codecom/CG. Publicado em 15 de junho de 2019 às 12:27.

Campina Grande, conhecida no Brasil e exterior como a cidade que realiza O Maior São João do Mundo, festa junina com duração de 31 dias, atrações musicais e garantia de centenas de horas de muito forró (do tradicional pé de serra ao estilizado), também reserva espaços dedicados à tradição e fé aos santos celebrados nesta época: Santo Antônio de Pádua, São João Batista e São Pedro.

Importantes nomes da Igreja Católica, Santos Antônio, São João e São Pedro possuem inúmeros devotos na cidade. São pessoas que mantém a tradição de acender suas fogueiras para celebrar as datas comemorativas a esses santos.

Dona Maria da Paz Soares, 80 anos, começou sua devoção a Santo Antônio ainda na adolescência e a mantém até hoje por aquele santo que também é conhecido como o padroeiro dos humildes.

“Ele fez devoção aos pobres. Então, muita gente faz promessa e distribui pão aos necessitados”, disse. Ela também faz o responsório, uma oração popular muito antiga para obter uma resposta do céu. “É uma oração muito forte para quando estamos em perigo. Já fui até atendida”, contou dona Maria da Paz.

Foto: arquivo pessoal/Codecom/CG

Foto: arquivo pessoal/Codecom/CG

Com São João Batista nasceu a tradição das festas juninas, antes chamadas de Joaninas. A festa acontece no dia 24 de junho, data em que os católicos celebram seu nascimento e, por isso, feriado em boa parte do Nordeste.

“Quando São João Batista nasceu a sua mãe, Isabel, teria feito uma fogueira. Essa fogueira teria avisado à sua prima, Maria, sobre o nascimento”, contou o seminarista Syllas Emanuel.

E, encerrando as homenagens aos santos juninos, vem o dia 29 de junho, dedicado a São Pedro, conhecido como o Guardião das Portas do Céu. Pescador humilde, São Pedro também é conhecido como protetor de quem, até hoje, tem a pesca como forma de subsistência.

“O nome dele era Simão Pedro e, com seu irmão André, estava pescando quando Jesus veio e o chamou. Ele deixou a pesca e seguiu Jesus, deixando de pescar o peixe e passando a pescar pessoas”, ressaltou o seminarista Syllas Emanuel.

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