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Campina Grande - PB

Romero diz que novo modelo do Maior São João do Mundo já é exemplo para o país

20/04/2017 às 9:12

Fonte: Codecom/CG

O Maior São João do Mundo, edição 2017, será um êxito não apenas pela sua rica programação, mas especialmente pelo novo modelo de gestão do evento, que já serve de exemplo para as demais cidades brasileiras.

Este é o pensamento do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, ao comentar nesta quarta-feira, 19, a parceria firmada entre a prefeitura e a empresa Aliança para a realização, com grandiosidade e economia, do maior evento popular do interior do Brasil.

“Em verdade, não foi fácil esboçar este novo modelo, destinado a realizar uma festa grandiosa e, ao mesmo tempo, econômica. Parece milagre, mas é isso o que estamos fazendo, pois apreendemos com a crise a fazer mais com menos”, explicou.

“Trata-se de um modelo inédito neste País, mas que vai dar certo. Ele será aplaudido por aqueles que concordam e, depois, vai ser reconhecido pelos que discordam”, afirmou confiante o prefeito campinense.

Foto: Paraibaonline

Romero explicou que o governo municipal era o investidor total do evento, mas assume agora a condição de integrante do leque de patrocinadores.

Com isso, a PMCG vai investir menos de R$ 3 milhões, quando até o ano passado aplicava cerca de R$ 8 milhões com a realização da festa.

Assim, com a parceria público-privada agora firmada, a cidade vai economizar R$ 5 milhões, a serem aplicados na construção do Hospital da Criança e do Adolescente.

Segundo ele, apesar da política de economia austera, o público contará com as apresentações de grandes nomes do cenário musical brasileiro na atualidade, que se exibirão no Parque do Povo, além de eventos nos distritos e nos demais recantos do município.

Isto será feito, conforme garantiu, sem que o evento perca o seu caráter cultural e aconteça ainda a valorização dos representantes da música nordestina.

De acordo com Romero, a meta é prestigiar os nomes mais importantes da música brasileira, mas, ao mesmo tempo, sem que se esqueça da necessidade de se “andar com os pés” no chão, pois os recursos são limitados e nem todos os artistas de conceito regional poderão ser contratados para o evento.

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