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Mídia critica postura subserviente do ministro paraibano da Saúde

Da Redação*. Publicado em 18 de setembro de 2021 às 14:09.

Foto: ABr

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A participação do conterrâneo e médico Marcelo Queiroga na ´live´ semanal do presidente Jair Bolsonaro, na noite da última quinta-feira, certamente não será um capítulo reluzente de sua biografia.

“Tomei aquela vacina. Aquela do vírus inativado (a Coronavac)… O senhor (Bolsonaro) sempre advertiu muito sobre a questão da segurança. Lembra da história do jacaré? O jacaré nada mais é que uma advertência acerca da segurança”, comentou Queiroga.

Noutro momento, o médico/ministro afirmou que “quem quiser usar máscara, use”, criticando em seguida “essa mania de querer criar lei para tudo”.

“O presidente defende a autonomia do médico. Não sou médico dele, mas ele deve tomar a vacina na hora certa. Ele já disse ser ‘imorrível’, mas não sei se é ‘invacinável”, assinalou o paraibano noutro trecho da live.

Na edição da noite de quinta-feira do Jornal da Globo (TV Globo), foram destacadas a declaração de véspera do ministro Queiroga – dando conta de que estava sobrando vacinas no Brasil -, e a sua decisão (do mesmo dia) de recomendar a suspensão da vacinação de adolescentes, em decorrência de um pedido de Bolsonaro.

“O ministro deixou claro que é capaz de qualquer coisa para agradar o presidente “, arrematou a âncora e jornalista Renata Lo Prete.

Por sinal, Queiroga fez lembrar o seu antecessor no cargo, general Pazuello: “É simples assim: um manda e o outro obedece”.

*com informações da coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza

Para ler a coluna completa deste sábado, acesse aqui:

Aparte: PSB faz aceno público a João Azevedo (paraibaonline.com.br)

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