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Campina Grande - PB

Pelo segundo mês consecutivo, vendas de varejo mantêm crescimento na Paraíba

12/04/2017 às 18:22

Fonte: Da Redação com Secom/PB

Pelo segundo mês consecutivo do ano, o varejo paraibano manteve trajetória positiva no volume de vendas de fevereiro na comparação com o mês anterior, descolando do indicador nacional, que permanece em recuo nas vendas.

Dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que houve crescimento de 0,2% de janeiro ante fevereiro.

Já o país apresentou taxa idêntica à da Paraíba, mas só que em trajetória de queda (-0,2%).

A Paraíba veio de forte alta em janeiro sobre o mês anterior, quando o índice atingiu alta de 4,3%.

No comparativo de fevereiro deste ano com fevereiro de 2016, as vendas registraram uma leve queda de 0,8% no Estado, enquanto o país teve uma forte queda de 3,2%.

Foto: Ascom

Segundo a pesquisa, 21 das 27 Unidades da Federação acusaram resultado negativo. Os índices de maiores quedas foram Goiás (-15,0%), Tocantins (-14,9%) e Pará, (-14,0%). No cenário do Nordeste, apenas dois dos nove Estados na Região acumulam alta no primeiro bimestre (Paraíba e Alagoas).

A Paraíba registra leve alta de 0,1%, enquanto Alagoas lidera a região com 5,2%. Já Sergipe (-9,5%) e Piauí (-9,3%) têm as quedas mais fortes.

Já o varejo ampliado da Paraíba, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, voltou a registrar alta em fevereiro sobre o mesmo mês do ano anterior com alta de 0,4%, enquanto o país apresentou um novo tombo com queda atingindo 4,2%. No país, 20 das 27 unidades tiveram indicador negativo.

Para a gerente da Coordenação da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), Juliana Paiva, os índices positivos da Paraíba neste ano mostram descolamento da média do país.

“Como a taxa de desemprego é menor que a média do país e o pagamento de salário da administração pública sem atraso, favorecem os resultados do comércio local. Além disso, a inflação em queda com liquidações constantes traz alguma melhora no poder de compra, mesmo que a conjuntura seja ainda de recuperação lenta”, avaliou.

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