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Treinador do Treze comenta atuação de João Bosco: “Fez a parte dele e foi bem”

29/01/2018 às 7:48

Fonte: Da Redação

Na entrevista coletiva de ontem, após a vitória do Treze por 1 a 0 no primeiro Clássico dos Maiorais de 2018, o técnico alvinegro, Oliveira Canindé, preferiu falar de futebol e fugiu das polêmicas sobre arbitragem levantadas pelo treinador rubro-negro, Celso Teixeira.

O comandante do Galo voltou a se explicar sobre o revezamento de jogadores, o que acabou custando uma derrota em casa para o Sousa, na rodada anterior, e justificou o futebol defensivo do segundo tempo, quando sua equipe já vencia a partida, com o argumento de que não dispunha de peças ofensivas no elenco.

Canindé escalou apenas Reinaldo Alagoano, autor do gol da vitória, no ataque, optando pelos meias Tininho e Fábio Neves na aproximação do setor ofensivo.

– Se você observar bem eu não tinha no banco jogadores com essa característica (velocidade, para atuar ao lado de Reinaldo). Eu usei o Tininho, que tive que tirar por ele estava cansado, já que só voltou a treinar ontem (sábado). Eu poderia lançar o Vitinho, mas ele praticamente não treinou durante a semana. Edinho Canutama veio só assistir, porque também não reunia condições de jogo. Então eu tive que remendar, buscar alternativas dentro de situações que nós estamos sobrecarregados – afirmou.

Ao comentar a falta de opções no elenco, com jogadores lesionados ou em fase de transição, o treinador galista disse que a diretoria tem buscado opções para reforçar o plantel.

Foto: Ascom / Treze FC

Ele reiterou o discurso da última quinta, após a derrota para o Sousa, quando sustentou a tese de que o Treze disputa três competições e precisar mostrar força em todas.

– O Treze não é só Campeonato Paraibano. É Copa do Nordeste e Copa do Brasil. Sem elenco fica difícil. Nós estamos buscando alternativas para sermos competitivos e representarmos o Treze em todas as competições com dignidade. Não adianta eu ir para um competição envergonhar a torcida – disse.

Questionado sobre a arbitragem, Oliveira Canindé manteve o tom ameno e foi polido análise.

– Eu vou dizer para você como foi a arbitragem do nosso jogo contra o Sousa, que nós perdemos. Foi uma arbitragem excelente. Essa (do clássico) eu posso falar e os caras vão dizer que é porque venceu. Não é assim. Eu acho que o árbitro não teve participação em nada. Ele fez a parte dele e foi muito bem. Às vezes a gente reclamava de falta que a gente achava que não era. Mas mesmo assim eu mandava nosso grupo se calar: “presta atenção, liga no jogo e esquece a arbitragem”. Meu caminho é mais por aí – comentou o técnico alvinegro.

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