Saída de meia japonês frustra planos do Botafogo na luta contra “degola”

Da redação com Folhapress. Publicado em 2 de janeiro de 2021 às 13:52.

Foto: Vitor Silva / BFR

Foto: Vitor Silva / BFR

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A saída de Honda do Botafogo frustra os planos do clube alvinegro dentro e fora de campo, mas também evidencia que a atuação do clube no mercado da bola em 2020 não foi das mais felizes.

O japonês foi o quinto atleta contratado no início da atual temporada a deixar o clube antes do término do ano passado, o que faz com que o técnico Eduardo Barroca tenha ainda menos opções em um grupo já enxuto.

Na penúltima colocação do Brasileiro, o Botafogo já está a cinco pontos de distância do Bahia, primeiro clube fora da degola.

“No início, aceitei todas as suas críticas de que eu não poderia ter resultados. As críticas são naturais e não estou dando desculpas, eu também me decepcionei, eu sinto muito”, escreveu Honda em seu comunicado de despedida.

Antes do asiático, alguns reforços menos badalados já haviam se despedido. Com pouco dinheiro em caixa, o clube alvinegro teve de apostar em nomes não muito conhecidos e jogadores como Cortez, Danilo Barcelos, Thiaguinho e Ruan Renato vieram e já foram.

Destes, o caso mais simbólico foi de “Loco” Cortez. Contratado no início do ano, o equatoriano selou seu destino ao irritar torcida e dirigentes. Durante uma live, ele disse que o Flamengo era o “maior do Brasil”, afirmação suficiente para abreviar seus dias no clube.

Ainda há contratações que sequer entraram em campo, casos do lateral-direito Gustavo Cascardo e do atacante Cesinha. Além deles, atletas como Kelvin, Angulo, Barrandeguy, Rentería e Luiz Otávio também não justificaram o investimento.

Dos tiros mais certeiros entre 25 tentativas, os alvinegros contam com Pedro Raul e Matheus Babi. Ainda que criticados por muitos, Guilherme Santos, Victor Luís, Zé Welison, Bruno Nazário e Forster também dão suas contribuições.

Diante da situação delicada, o marfinense Kalou surge como esperança em tempos de dificuldade. Com problemas de lesões e falta de ritmo, o atacante pouco inicia os jogos e sua passagem é para lá de tímida até aqui.

O histórico recente do africano em campo não anima. Desde que chegou a General Severiano, ele atuou os 90 minutos em apenas quatro ocasiões e marcou apenas um golzinho com a camisa alvinegra

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