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Processo eleitoral do Campinense segue polêmico e judicializado

Da Redação. Publicado em 20 de novembro de 2017 às 8:59.

Se encerrou na última sexta-feira o prazo estabelecido pela Comissão Eleitoral do Campinense para se manifestar sobre a homologação ou não da candidatura oposicionista, encabeçada pelo empresário Carlos Gonzaga, que segundo a organização do pleito raposeiro enfrenta problemas burocráticos.

– É uma situação complicada. A disputa está judicializada. A candidatura de Carlos Gonzaga não foi nem deferida nem indeferida. Nesta segunda-feira nós teremos uma audiência na Justiça e certamente, após o encontro, encontraremos uma definição – disse o presidente da Comissão, o conselheiro Éder Medeiros.

Na tarde deste domingo (19), a assessoria de imprensa da oposição rubro-negra divulgou uma nota atacando a Comissão Eleitoral e sublinhando que “existem muitos boatos e inverdades que são construídas para enganar o torcedor do Campinense Clube”.

Leia a íntegra do posicionamento do grupo liderado por Carlos Gonzaga.

Nota

Vivemos em um Estado democrático de direito, num país que reserva o direito dos cidadãos terem pensamentos distintos. Depois de 40 anos, o Campinense tem a oportunidade de ter uma disputa em sua direção executiva com mais de uma chapa na disputa (a da atual direção e a oposição encabeçada por Carlos Gonzaga de Amorim) presidencial. Existem muitos boatos e inverdades que são construídas para enganar o torcedor do Campinense Clube, torcedor esse que  muitas vezes é maltratado em jogos do seu clube, como também em várias redes sociais quando tenta expor sua opinião. Acreditamos que não exista transparência na atual gestão do clube. O amadorismo impera. Não queremos ser uma instituição que atua por, no máximo, sete meses (é o que acontece nos últimos seis anos).

Dito isso, a chapa “Um Novo Tempo” foi criada por pessoas que não concordam com as ações da atual gestão. Foram quinze reuniões intensivas para escolha dos nossos membros. Por unanimidade, o nome do empresário Carlos Gonzaga foi proclamado para ser o candidato à presidência do nosso amado clube. Acreditamos que foi uma escolha acertada. Um profissional com experiência de 32 anos como agente de futebol, conhecedor das melhores gestões de clubes no Brasil, influente de grandes nomes conhecidos que agigantou nosso esporte, financeiramente resolvido e, acima de tudo, raposeiro.

Esclarecendo os fatos, é importante frisar que respeitamos todas as criticas e opiniões feitas à nossa chapa. Como já foi explanado, vivemos em uma DEMOCRACIA, temos direitos assegurados pela constituição e vamos até o fim por eles. Em algumas entrevistas irresponsáveis feitas pelo atual presidente do Campinense, como também de membros da comissão eleitoral, que de modo antiético concedem suas palavras sentados lado a lado ao mandatário, tentam passar para a torcida que o empresário Carlos Gonzaga não tem o direito de concorrer ao pleito da instituição ou que tentamos judicializar uma eleição que é aparentemente correta.

Todo processo judicial impetrado pelo nosso advogado Robson Neves Barbosa é legal e respeita todos os códigos da Lei. Como já foi veiculado em vários meios de comunicação, a excelentíssima juíza Audrey Kramy Araruna Gonçalves concedeu uma liminar que obriga os mandatários do Campinense Clube a reconhecer o  título patrimonial  de Carlos Gonzaga, que era reconhecido até em tão no ano de 2013, mas depois não mais encontrado, quando Carlos Gonzaga expressou sua vontade de concorrer ao pleito daquele ano. Também foi provado o recebimento por instrumento de doação do sócio José Bernardino da Silva Neto ao mesmo.

Não acatando a liminar e muito menos o estatuto do clube, a comissão eleitoral não divulgou na ultima sexta-feira, 17 de novembro de 2017, sua decisão da homologação da chapa “um novo tempo” e quais chapas estão aptas a concorrer à presidência. Desacatando assim uma decisão judicial.

Em hipótese alguma queremos prejudicar  nosso time, diferentemente disso, optamos em resgatar o orgulho do nosso maior patrimônio, a nossa torcida. Toda medida democrática será respeitada, só não aceitaremos que o nosso Clube Cartola seja maquiado para que apenas um membro governe por vários anos, até por que o Campinense é de todos e maior do que qualquer pessoa física (sic).

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