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Poucos gols marcados dificultam campanha do Botafogo-PB na Copa do Nordeste

Da Redação. Publicado em 28 de abril de 2018 às 10:50.

Após bons resultados conquistados no Campeonato Brasileiro e o título de campeão paraibano, o Botafogo-PB voltou as atenções para a Copa do Nordeste. Apesar de ter tido um início de campeonato sólido e incontestável, o Belo não vencia pelo regional há três jogos.

Agora em no mata-mata, a equipe paraibana voltou a enfrentar o Bahia, adversário do último confronto na fase de grupos. Na fase inicial, o Tricolor da boa terra havia vencido o último confronto, e na noite desta quinta-feira (26), saiu novamente com a vitória no Almeidão.

A partida, que acabou em 2 a 1, revelou um dado alarmante para os torcedores do time da estrela vermelha. Apesar de três vitórias nos primeiros jogos, o Belo, ao longo do Nordestão, marcou apenas cinco gols em sete partidas. O número é preocupante, já que outras equipes que foram eliminadas na primeira fase somam mais gols, como o rival Treze, que marcou seis.

No jogo de ontem, ficou ainda mais claro que o time precisa reforçar o setor de ataque, pois no banco de reservas para esta função, só os meninos da base estavam à disposição.

Na segunda etapa do jogo, o atacante Nando pediu para ser substituído, e o treinador Leston Júnior teve que optar por colocar em campo o meia Hiroshi para fazer a função do camisa nove e, ao mesmo tempo, flutuar entre as linhas de marcação do Bahia. A falta de mais opções no elenco para o ataque foi um dos fatores que dificultaram a busca botafoguense por um resultado melhor.

foto: ascom/Botafogo

Ao término da partida, o treinador Leston Júnior concedeu entrevista coletiva, e não atribuiu à ausência de peças para ataque a responsabilidade dos poucos gols marcados na competição.

– Não posso atribuir a falta de mais opções ofensivas ao fato de ter feito menos gols na Copa do Nordeste. Fizemos menos gols na Copa do Nordeste pelo alto nível de competitividade, pois ao longo da competição enfrentamos os campeões de Pernambuco, Piauí, e Bahia. Optei pelo Hiroshi por não ter opções para o ataque, exceto os meninos da base que treinaram um dia antes do jogo. Por isso enalteci a minha equipe, porque nós fizemos o máximo que poderíamos fazer muito em função das dificuldades que tivemos para escalar o time – explicou.

Curiosamente, o mesmo Náutico, citado pelo treinador como uma forte equipe e campeão Pernambucano, no último fim de semana sofreu uma goleada por 4 a 0 do Botafogo-PB.

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