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Jogo adiado da Segundinha pode atrapalhar planejamento do Paraibano 2019

Da Redação. Publicado em 29 de outubro de 2018 às 15:39.

A segunda divisão do Campeonato Paraibano de 2018 segue em ritmo de novela mexicana. E pelo jeito, as disputas no “tapetão”, além de impedir o prosseguimento da competição, vão influenciar até no calendário do Paraibano 2019.

É que no final semana o presidente do Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol da Paraíba, Ricardo Barros, concedeu um mandado de garantia com pedido de liminar ao Sport Lagoa Seca e, com isso, o segundo jogo da semifinal da Segundinha, que estava marcado para quarta-feira (31), contra a Perilima, foi suspenso por tempo indeterminado. A decisão foi proferida no início da noite de sexta-feira (26).

A quinta-feira, dia 1º de novembro, estaria reservada para a realização da primeira reunião entre a nova presidente da FPF, Michele Ramalho, e os representantes dos já definidos 10 clubes participantes da elite da próxima temporada.

Com o adiamento da partida Perilima x Sport-PB, pelo menos um dos dois participantes serem definidos para o Paraibano 2019 estaria desconhecido.

O clube agora sediado em Lagoa Seca alega, em uma ação impetrada no Tribunal, que a Perilima atuou com um jogador irregular em cinco partidas da primeira fase da divisão de acesso do estadual.

O caso é que o atleta Brenno Yuri Ramos Nóbrega está inscrito no sistema da CBF com um contrato de atleta não-profissional, porém, por já ter 20 anos, a modalidade de contratação estaria irregular.

Além disso, ele seria um sexto jogador atuando nas partidas, quando o regulamento do Paraibano só permite até cinco atletas não-profissionais por partida.

Em seu despacho, o presidente Ricardo Barros apontou omissão da Federação Paraibana de Futebol no caso, adiantando que, como o pedido de liminar é relevante, concedeu a suspensão e agora é necessário aguardar os próximos passos deste processo.

Ao mesmo tempo, ele intimou o representante da Procuradoria Geral de Justiça Desportiva para que, em tempo não superior a 48h, oferte opinião. Seria esperado um posicionamento até o final do expediente desta segunda-feira.

Um dos problemas é que após o afastamento do procurador Marinaldo Barros, por causa da Operação Cartola, o órgão máximo da Justiça Desportiva paraibana ficou sem um nome para ocupar o cargo, aguardando indicação e posteriormente nomeação.

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