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Em clássico frustrante, Cruzeiro e Atlético-MG empatam em Minas

Da redação com Gazeta.net. Publicado em 16 de setembro de 2018 às 18:17.

Foto: Divulgação

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Pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro, Cruzeiro e Atlético-MG passaram longe de fazer do clássico deste domingo um dos mais marcantes da história. No Mineirão, as equipes deixaram a desejar e não saíram do zero, em empate que saiu com gosto de vitória para o lado celeste, que entrou em campo com o time reserva e conseguiu segurar os titulares do rival.

Em termos de tabela, o resultado, porém, é ruim para ambos. O time dirigido por Mano Menezes foi a 34 pontos ganhos e, na sétima colocação, continuam distantes dos primeiros colocados. Os comandados de Thiago Larghi, por sua vez, continuam na sexta posição, com 42, e perderam a oportunidade de se aproximar do primeiro pelotão.

Na próxima rodada, a Raposa enfrenta o Santos, na Vila Belmiro, enquanto o Galo volta a jogar fora de casa, desta vez contra o Flamengo, no Maracanã. Ambos os confrontos acontecem no próximo domingo, sendo o primeiro às 19h (no horário de Brasília), e o segundo um pouco mais cedo, às 16h.

O JOGO

O jogo começou pegado no Mineirão. O primeiro lance de perigo, inclusive, surgiu em uma das muitas faltas que foram cometidas nos primeiros minutos. Pela direita, Cazares levantou na segunda trave e Maidana apareceu bem para cabecear. No entanto, a bola passou por cima do travessão de Rafael.

A partida continuou dura e, com 10 minutos jogados, o árbitro já havia dado um cartão amarelo para cada lado. Com os reservas em campo, o Cruzeiro viu o Atlético controlar a posse de bola e tomar a iniciativa. Aos 15, Chará chegou ao fundo e cruzou à meia altura na área. Luan se antecipou à marcação e testou para o gol, mas Rafael, mostrando reflexo, fez ótima defesa.

Aos 27, o Galo voltou a assustar, desta vez em rápido contra-ataque. Após cobrança de escanteio do Cruzeiro, Cazares roubou a bola na intermediária, tabelou com Chará e saiu em boas condições de finalizar dentro da área. Rafael, porém, saiu bem do gol, fechou o ângulo e ficou com ela.

O Cruzeiro cresceu antes do intervalo e a primeira boa chance aconteceu somente aos 42 minutos, quando Raniel recebeu na entrada da área e deu de primeira para Sóbis, que estava bem posicionado para finalizar. O camisa sete dominou com a direita e bateu com a esquerda, mas o chute foi no meio do gol e ficou fácil para Victor defender.

Em primeiro tempo de muita disputa e pouco futebol, o zero a zero ficou de bom tamanho.

Foto: Divulgação

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Segundo tempo ruim, zero a zero merecido

A etapa final começou, senão com mais perigoso, com o lance mais bonito do jogo. Marcelo Hermes recebeu pela esquerda, carregou na intermediária e soltou uma bomba em direção ao gol. O chute tinha endereço, mas Victor, de mão trocada, fez uma espetacular defesa para evitar o gol da Raposa.

A resposta alvinegra veio aos oito, com Cazares dominando pela esquerda, trazendo para o meio e batendo rasteiro com a perna direita. A bola passou raspando a trave esquerda.

Apesar do bom início, o ritmo caiu, junto com o rendimento das equipes, que pouco criaram a partir de então. Na reta final, a melhor chance foi do Cruzeiro. Sassá, que havia acabado de entrar, recebeu pela esquerda, cortou para dentro e soltou o pé. O chute levou perigo ao gol de Victor, que viu a redonda lamber o pé da trave esquerda.

De resto, foi muito pouco para um clássico, e menos ainda ao se tratar de duas equipes que lutam por algo neste Brasileirão. Atuações frustrantes e empate merecido em Minas Gerais.

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