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Capitão do Brasil nas quartas, Miranda avisa: “Bélgica não é só Lukaku”

Da redação com Gazeta.net. Publicado em 5 de julho de 2018 às 17:41.

A Seleção Brasileira sofreu apenas um gol nesta Copa do Mundo, com Miranda atuando ao lado de Thiago Silva na zaga. Escolhido para ser o capitão do time canarinho contra a Bélgica, pelas quartas de final da Copa do Mundo, o defensor da Inter de Milão está atento ao forte ataque adversário, mas alertou que há muito mais com o que se preocupar além de Romelu Lukaku.

O atacante belga é um dos artilheiros desse Mundial, com quatro gols. Atrás apenas de Harry Kane, que balançou as redes seis vezes, Lukaku é tido como um dos principais jogadores da posição, mas Miranda se preocupa igualmente com outros nomes da Bélgica, que conta também com Kevin De Bruyne, Eden Hazard e Dries Mertens.

“A Bélgica não é só o Lukaku. Seguramente é um grande atacante, mas a principal maneira de parar o adversário é estar atendo a todas as jogadas e a todos os jogadores, porque tem vários jogadores de qualidade e decisivos, habilidosos, mais verticais. Nosso sistema defensivo vai entrar muito bem preparado para neutralizar todas as armas adversárias”, afirmou Miranda.

Esse será o primeiro jogo da Seleção Brasileira nesta Copa do Mundo contra um adversário com um nível técnico considerado mais alto. Contando com diversos jogadores nos principais clubes do planeta, a Bélgica ainda assim não é tida como favorita para o confronto das quartas de final, fato que não ilude Miranda.

“Primeiramente, nós da Seleção Brasileira estamos acostumados e temos a responsabilidade de jogar em alto nível. A gente sabe da dificuldade do jogo, porque a Bélgica nos exige ainda mais concentração e capacidade técnica, é um adversário muito forte. Vamos entrar atentos, sabendo que para vencer o jogo teremos que fazer o melhor, porque vamos enfrentar um grande adversário”, prosseguiu.

Foto: Pedro Martins/MoWA Press)

Foto: Pedro Martins/MoWA Press)

O auxiliar técnico de Tite, Cléber Xavier, comentou mais detalhadamente sobre a seleção belga, mas procurou não esmiuçar os adversários a ponto de tornar públicos os pontos fortes e fracos do rival da Seleção Brasileira na próxima sexta-feira, em Kazan. O “gigante” Fellaini foi um dos nomes citados.

“O Fellaini entrou no último jogo na mesma função do Mertens, mas com características diferentes. A presença do Chadli, que é um jogador mais potente, no lugar de Carrasco pode ser outra mudança. Com exceção ao jogo contra a Inglaterra, em que ambas as equipes entraram com a formação reserva, a Bélgica repetiu um padrão e nas modificações fez os seus ajustes. Estamos preparados para todas as situações, conhecemos bem a Bélgica, estudamos bem e Bélgica. Procuramos não falar muito agora, porque é um jogo mais decisivo ainda, contra uma grande seleção. São horas e horas de observação para que os atletas tenham tudo mastigado”, concluiu.

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