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WhatsApp

Alexandre Moura. Publicado em 1 de julho de 2022 às 8:29

Matéria publicada no portal WABetaInfo (www.wabetainfo.com), especializado em informações sobre o WhatsApp e mercado de aplicativos de mensagens, informa que o WhatsApp já está testando um “recurso para edição das mensagens geradas e já enviadas,  pelo aplicativo”.

A nova funcionalidade, quando for disponibilizada, permitirá que uma mensagem enviada, possa ser editada, após determinado tempo do envio, de forma semelhante à funcionalidade do “apagar para todos”, hoje disponível.

Também já está em desenvolvimento outra funcionalidade que vai permitir “transferência direta do histórico de mensagens, entre os sistemas operacionais Android e iOS dos smartphones, uma demanda antiga dos usuários.

Vale lembrar que, recentemente, foi disponibilizada uma nova funcionalidade (ainda não permitida para os usuários no Brasil) que possibilita a “criação de grupos com até 512 usuários”, recurso este bem interessante e desejado, por exemplo, para quem utiliza o aplicativo para negócios e/ou entidades que possuem muitos associados.

33ª Conferência Anual da PPS

Em outubro deste ano, nos dias 20 e 21, acontecerá na cidade de São Francisco, Califórnia, Estados Unidos, a 33ª edição da conferencia anual da PPS – Professional Pricing Society (Sociedade dos Profissionais de Precificação).

A PPS é uma associação de “profissionais de precificação” comprometidos em disseminar a experiência em precificação em todo o mundo dos negócios. Sendo a conferencia anual, o principal fórum onde especialistas de diversos países, podem trocar informações sobre estratégias, táticas e tecnologia ligadas ao calculo de preços de produtos e serviços, em todas as áreas da economia mundial.

Este ano, o foco será a discussão das estratégias mais recentes, para que as empresas possam enfrentar este momento de inflação alta em nível mundial, turbulências econômicas recorrentes, mudanças nos modelos de negócios, interrupções na cadeia de suprimentos (devido, principalmente, à pandemia e a guerra da Ucrânia) e pressão acima do normal, nas negociações de preços entre fornecedores, distribuidores e varejistas.

Mais informações no site www.pricingsociety.com

Google X Jobindex

Uma disputa jurídica-técnica-comercial está se acirrando na Europa, entre a empresa americana Alphabet, proprietária do Google e a empresa dinamarquesa Jobindex.

A queixa antitruste da Jobindex, junto aos reguladores da União Europeia (UE), refere-se ao serviço de “busca de emprego” da Alphabet, denominado de “Google for Jobs”.

Segundo a empresa da Dinamarca, o Google “desviou o que era um mercado dinamarquês altamente competitivo para si mesmo, por meios anticompetitivos, desde que entrou no mercado local, em 2021”.

Representantes da Comissão Europeia disseram que estão avaliando e investigando, a reclamação da Jobindex, de acordo com os procedimentos padrão, utilizados no passado em casos semelhantes, mas não informaram quais medidas seriam tomadas.

Vale lembrar que a atual queixa/ação, ocorre “quatro anos depois que o portal de empregos do grupo de mídia alemão Axel Springer, o Stepstone, apresentou uma queixa semelhante contra o Google”.

Google X Jobindex (II)

Lançado na Europa em 2018, o serviço Google for Jobs foi questionado já no ano seguinte, por mais de 20 sites europeus de “busca de emprego online”.

Uma série de reclamações foram feitas, sendo a principal, referente à “perda acentuada de participação de mercado depois que a empresa americana, supostamente, usou seu poder mercadológico (ou seja, domínio de mercado, em nível mundial) para impulsionar seu novo serviço”, dessa forma, “obtendo uma vantagem injusta sobre rivais europeus bem menores, estimulando as reclamações ao órgão antitruste da UE”.

Órgão regulador que, inclusive, já aplicou multas ao Google, em diversas ocasiões e por vários motivos diferentes (a exemplo de “pressionar fabricantes de telefones celulares a favorecer seus próprios aplicativos até distorcer resultados de pesquisa na Internet, para favorecer seu serviço de compras”), que somadas ultrapassam R$ 48 bilhões! Todas por “práticas comerciais danosas”.

Talvez o caso atual faça esse valor, já exorbitante, aumentar ainda mais.

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Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Diretor da Light Infocon Tecnologia S/A e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP - Associação Brasileira de Fomento à Inovação em Plataformas Tecnológicas.

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