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UFCG em Primeiro Lugar!

Alexandre Moura. Publicado em 8 de outubro de 2021 às 10:04

O INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial (www.gov.br/inpi/pt-br), órgão do Governo Federal responsável pelo “registro de marcas e patentes”, divulgou o ranking dos maiores depositantes de pedidos de “Propriedade Intelectual” na entidade.

O levantamento é referente ao ano de 2020, tanto para residentes quanto para não residentes. Os dados incluem ativos como Patentes de Invenção, Modelos de Utilidade, Marcas, Desenhos Industriais e Software (Programas de Computador).

Em relação aos pedidos de registro de Patentes de Invenção, considerando os depositantes que são residentes, o ranking é liderado pela UFCG – Universidade Federal de Campina Grande, com 96 pedidos de patentes, seguida pela Petrobrás com 79 e pela UFPB – Universidade Federal da Paraíba que solicitou o registro de 74 novas patentes.

UFCG em Primeiro Lugar! (II)

Vale destacar que a UFCG e a UFPB, nos últimos anos, sempre estão posicionadas entre as três entidades que mais pedidos de patentes depositaram no INPI.

O passo a ser dado agora é transformar, a “pesquisa em produtos e soluções”, que gerem riqueza e possam atender as demandas tecnológicas da Região Nordeste, do Brasil e de nossas Empresas.

Para isso, a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba (www.paqtc.org.br) – entidade privada de incentivo a P, D & I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) sediada na cidade de Campina Grande, Paraíba – tem um papel fundamental como interface entre as Universidades e as Empresas (e vice-versa).

A ideia é aproveitar os pedidos de patentes que podem se transformar, realmente, em produtos e soluções (todo pedido de patente é importante, mas sabemos que nem todos vão virar produtos comerciais), buscando empresas locais e de fora (do Estado e do Brasil) para parcerias técnicas e comerciais e também, investidores.

Ações essas que devem, necessariamente, contar com o apoio do SEBRAE, do SENAI (para, por exemplo, quando houver necessidade de “prototipagem” de algum produto) e no caso de Campina Grande, com a interação decisiva do “Ecossistema local de Tecnologia e Inovação”, reconhecido nacional e internacionalmente como de alta qualidade.

Coligação para Combater Ransomware

Com a ameaça crescente (de forma exponencial!) dos ataques hackers em nível mundial e principalmente, do vírus de computador do tipo ransomware (popularmente conhecido como “sequestro digital de dados”), os Estados Unidos e cerca de outros 30 países, estão se unindo em uma “Coligação Cibernética”, para intensificar o combate a este tipo de crime.

Devem fazer parte da Coligação, os países do chamado G7 (Estados Unidos, Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão e Reino Unido), os que compõem a OTAN (Aliança Militar do Ocidente), além do Brasil, da Austrália, da Coreia do Sul e da Índia.

O objetivo é “aumentar a proteção dos ativos digitais dos países, impedir  ataques ransomware (ou pelo menos tornar mais eficiente à defesa) e criar regras claras e universais, de segurança na Internet”. É um começo.

Não dá para continuar da forma que está. Os prejuízos econômicos e sociais, dos ataques de hackers são incalculáveis. É só ver o que aconteceu com o Facebook, o Whatsapp e o Instagram, no último dia 4 de outubro.

IAC 2024 no Brasil?

No “rastro” do sucesso do teste do “Motor-foguete S50” de tecnologia 100% brasileira e de outras ações relacionadas ao “Programa Espacial Brasileiro” (como a ativação comercial do Centro Espacial de Alcântara), a AEB – Agência Espacial Brasileira, órgão vinculado ao MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, vai pleitear junto a Federação Internacional de Astronáutica (da qual o Brasil é membro), durante a realização da “72ª edição do IAC (International Astronautical Congress – Congresso Internacional de Astronáutica)”, que acontecerá entre os dias 25 e 29 deste mês, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, que o País sedie o IAC em 2024.

A ideia é que o evento aconteça na cidade São Paulo. No pedido brasileiro, são colocados argumentos relevantes, como a capital paulista “ser um dos mais importantes centros financeiros do mundo e possuir uma localização estratégica para o aprimoramento da indústria espacial no país, além de oferecer amplas possibilidades para o desenvolvimento de novas parcerias e expansão do setor, junto aos países latino-americanos”.

Vamos torcer que o pedido seja aceito!

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Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

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Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Diretor da Light Infocon Tecnologia S/A e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP - Associação Brasileira de Fomento à Inovação em Plataformas Tecnológicas.

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