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Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 6 de abril de 2019 às 13:30

Não se pode esquecer o brilhantismo da reabertura pública/calendário 2019 da I Seccional PEN da Paraíba.

Embora a reportagem do Jornalista CELINO NETO, nas páginas do consagrado Correio da Paraíba, tenha sido completa e competente, incorrerei em algumas redundâncias.

Ao agradecer ao Celino, estenderei meu agradecimento, muito verdadeiro, às AMIGAS e aos AMIGOS que asseguraram a grandeza dos Atos em pauta. Impossível elaborar uma lista, citando, nominalmente, todas aquelas presenças significativas.

Várias Senhoras receberam o Título HONORIS CAUSA da Seccional/PEN.

E as senhoras eleitas pela Força-Tarefa, recém fundada, compareceram com indiscutível elegância.

Em ambos os Atos, as Homenageadas usaram da palavra com síntese e substantividade. Maravilhosas!

Impecável, a presidência da mesa gloriosa com o Escritor José Mário Silva Branco. Já a Oradora oficial do PEN, Prof. Lourdinha Ramalho, pronunciou um discurso-perfil saudando todas as homenageadas, sem exclusão das ausentes. Com suas características definidas, Lourdinha houve-se com naturalidade, precisão e talento. Até me parece um improviso de semântica plural. Parabéns!

A confraternização não perdeu seu clima harmonioso, mesmo sem lanche para todos, pois não foram levados os tradicionais pratinhos. Realmente, a Seccional não tem condições financeiras para tanto…

Entretanto, a abundância de refrigerantes foi uma felicidade proporcionada pelo vitorioso Empresário GENALDO CARDOSO. No seu gesto, amigo Genaldo, sinto a presença de minha amada amiga ESTELITA CARDOSO.

LITERATURA PARAIBANA

Poeiras do Tempo: memórias do que vi vivi” da autora, da idealista CLEMILDE TORRES PEREIRA, viúva do inesquecível Imortal Affonso Pereira. Incansável, a escritora Clemilde dirige o atuante “Arquivo Affonso Pereira”(AAP) em João Pessoa.

José Simeão Leal: o editor público brasileiro” da autoria da escritora BERNARDINA Mª JUVENAL FREIRE DE OLIVEIRA.

Para conhecer apenas um pouco do intelectual LULA CABRAL, leia-se “Lula Cabral: uma Trajetória Especial” E participe, também, do Projeto MEMÓRIA DE CAMPINA GRANDE (de minha autoria), cuja reunião pública ocorrerá no próximo 27 de maio, celebrando a Memória do inesquecível Lula Cabral.

POETANDO

MOTIVO

Eu canto porque o instante existe

e a minha vida está completa

Não sou alegre nem sou triste:

sou poeta

Irmã das coisas fugidias,

não sinto gozo nem tormento.

Atravesso noites e dias

no vento.

Se desmorono ou se edifico,

se permaneço ou se me desfaço

– não sei, não sei. Não sei se fico

ou passo.

Sei que canto. E a cancão é tudo

Tem sangue eterno e asa ritmada

E um dia sei que estarei mudo:

– mais nada” (Cecilia Meireles)

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