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Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 27 de outubro de 2018 às 10:30

A universidade Federal da Paraíba permanece um orgulho para o Brasil. Nem mesmo a decadência imposta pelo poder público ao Ensino Universitário afeta os excelentes patamares de nossa UFPB.

No momento em que a sociedade de Campina Grande encontra-se privada de um jornal impresso, fica-se surpreendido com o jornal QUESTÃO DE ORDEM, tendo como Editora JULIA XAVIER e orientação  do PROF. DR. CARLOS AZEVEDO.

Com o apoio da grande Reitora MARGARETH DINIZ, a eficiência do elenco que integra o Centro de Comunicação, Turismo e Artes e a competência do Jornalista Edônio Alves, este jornal é uma foto viva da capital João Pessoa.

O traço biográfico de Julia Xavier em “O nascer de uma Cidade”. Os “causos” de uma rodoviária mostrados, pertinentemente, por Bruna Ferreira em “Chegadas” e “Partidas”.

Em “Saudades e histórias”, escreve Carlos Germano: “Parado ali, notei o emaranhado de motos e pedestres que, no fim do expediente comercial, passavam apressados sem perceber a dádiva oferecida pela natureza”. (Essa dádiva é a saudade que nos sufoca, Germano!).

“Eu, Varadouro, grito poético de Matheus de Andrade. A rua “Maciel Pinheiro”, “A Integração”, o “Porto do Capim”, a rua da “República”, os “Casarões”, o “Hotel Globo”, o “Teatro Santa Roza” são cantadas em lirismo-épico e sons nostálgicos de Carlos Germano, Lukas Santiago/João Pedro Melo, Marina Ribeiro e outros consagrados jornalistas transformam “Questão de Ordem” em capítulo essencial para a História da Paraíba.”

No centro desse Memorialismo jornalístico acolhemos o Varadouro como Síntese! Síntese de um espaço cultural e econômico de nossa Capital.

E que jamais será esquecido porque eternizado já na Obra Literária do Poeta internacional POLÍBIO ALVES.

Parabéns aos que fazem “Questão de ordem”!

Parabéns a nossa Universidade Federal da Paraíba!

NOVAMENTE A VOZ DE MIRNA

De acordo com o que já escrevi, anteriormente, minhas tessituras privilegiam textos inesquecíveis. Eis outro trecho do discurso de Mirna, durante o lançamento da Escritora Salete Van der Poel, promovido, com brilhantismo pela Profa. Eneida A. Maracajá.

Eí-lo:”Acredito que existe o momento certo para cada leitura. Há obras que jamais serão degustadas em sua totalidade, sem que haja uma disponibilidade psíquica, espiritual e intelectual. O livro de Salete, “Vidas Aprisionadas: relatos de uma prática educativa” chegou na hora certa. Aviso, desde já, que não poderei apresentar esse livro sem referir-me à política. Não me peçam imparcialidade, nem muito menos neutralidade. O livro de Salete é político, porque EDUCAR é um ATO POLÍTICO.” (MIRNA MARACAJÁ)

SEMPRE ALMIRA

“Pintando o 7 é assim

Cultura  de gratidão

Lá no Salão e na Vlla

Mostra com satisfação

Qualidade em seus produtos

Agradando de montão” ALMIRA A. C. SOARES (in “Pintando o 7, p. 05”).

E ao meu leitor, todo meu carinho.

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