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Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 21 de julho de 2018 às 12:30

De modo geral, as “máquinas falantes” de operadoras telefônicas e estabelecimentos bancários ignoram que somos consumidores pagantes, de sorte que as escandalosas esperas, pelo chamado “eu sou seu atendente virtual EDUARDO”, são pagas por nós

E mais grave ainda é o refrão “DISQUE 01, 02,03, 04, 05, 1000” etc que não oferece a “voz do atendente”. Antes de qualquer atendimento, a linha “virtual” sofre um desmaio e nada de “atendente”. Desrespeito maior não existe!

A exemplo, na Caixa Econômica Federal, rua Getúlio Vargas, desta cidade, raramente surge uma voz de mulher afirmando: “o atendente manda dizer que à tarde lhe telefona”.

O “fidalgo” atendente, há quase dois meses, recebeu processo nosso para devolução de uma verba que nos pertence. Já foi remarcada a data 06 vezes, com o informe de que o dinheiro não chegou de Brasília…

E nosso tempo, nosso combustível, com 06 viagens perdidas à “Caixa” da Getúlio Vargas??? Será que o Caixa não tinha um DIRETOR GERAL? seca e friamente, respondeu “NÃO”. Que horror! Banco Federal não possuir o Diretor-Presidente! Pura anomalia!

Idem, Ibidem está ocorrendo com as Centrais de Atendimento da OI. O fantasma Eduardo usa o mesmo “virtualês” e tudo termina no ZERO. Tudo isto sem detalharmos as informações “equivocadas”: “irá um técnico verificar o problema”(dois meses com meu fone FIXO enfermo…); “a senhora está devendo dois meses” (jamais); “seu número foi trocado”(com autorização de quem?).

Com toda razão, “a voz rouca das ruas” está protestando alto contra a CAIXA e a OI. Que os “donos da bola” tomem urgentes providências. O PROCON vem por aí… OK.

TRISTEZA.

Frequentemente, uma enfermidade nos põe em estágio de alienação. Desânimo penaliza o equílibrio físico e altera o termômetro emocional.

O leito aprisiona. Afastamo-nos dos noticiários, das televisões, das boas conversas. Enfim, ficamos refém daqueles “diga 33” bandeiriano.

As amigas nos visitam com carinho. Uma delas, durante o bate-papo, nos dá a inesperada notícia da passagem da Senhora BETINHA CUNHA LIMA. Realmente, Senhora de Senhoras.

Não convivemos largamente com Betinha, embora meu pai tenha sido um dos grandes amigos de Aluizio, seu dedicadissimo esposo.

O simples conviver jamais impediu minha admiração por ela: mulher sóbria, reclusa, devotada exclusivamente ao marido, aos filhos, ao lar. Jamais integrou o elenco das fofocas, jamais exibiu poder, exorcizou a exibição.

Temos procurado BERTRHAND, porém não o reencontro (ningúem no IPSEN nos oferece seu telefone…). queríamos dizer-lhe: BETINHA foi um símbolo da Ética. E com tal postura, está sendo recebida por DEUS.

SAUDADE

Abraços de saudade para Renê, Marcel e Rose Cunha Lima. Em frente, sob as Bençãos de Maria Santissima.

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