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Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 28 de outubro de 2017 às 13:41

Por Elizabeth Marinheiro (*)

Uma conversa informal (em petit comitè) é hábito saudável. Num “bate-papo”, em minha casa, Hilma e eu privilegiamos algumas teclas do teclado oral.

Quando o tema foi o professor, Hilma me passou um texto, colhido por ela, no seu celular potente. Eí-lo.

“É isso: Professores não são pessoas comuns e pessoas comuns não são professores. Por favor, não escolha ser professor até que você esteja certo e preparado para isso. Professores na Alemanha recebem os maiores salários do país. E quando Juízes, médicos e engenheiros reividicam à chanceler Ângela Merkel, que é doutora em física, equiparação salarial, ela responde: “Como eu posso comparar vocês com quem ensinou vocês? Essa é a diferença”. ÂNGELA MERKEL/Chanceler da Alemanhã.

É isso mesmo… Não vou comparar Brasil x Europa. Mas, no Brasil cada universidade federal adota salários desiguais para seus docentes. Não sei se tal “crime” procede do MEC ou fica ao gosto de cada Universidade.

Pelo sim, pelo não, a situação dos Professores, na Paraíba é danosa.

TRISTEZA

Não soube da passagem dela. Informada (via Rio) da Missa de Sétimo Dia, compareci ao ato religioso. Muito comovente o ritual. Porém prefiro evocar minha amiga, de muitos anos.

Seu nome é uma síntese de sua essência. Um G conotanddo a grandeza da esposa, da mãe, da sogra, dos netos, dos amigos.

Um I falando sempre instantes de alegria.

O L seria o lago onde dois cisnes nadavam.

Um D desvelando a doçura escondida.

E o A? Amor ao próximo! Amor à vida!

Muita saudade, querida GILDA AMORIM!

PAZ.

Alguns amigos pediram-me transcrição de um texto que coloquei no “face”. Uma parte transcreverei com prazer.

Quanto mais leio Octávio Paz, menos entendo a estrutura enviesada de sua obra. O mestre não pode ser reduzido ao “O arco e a lira”, cuja vertente poética é muito explorada.

Seu itinerário vai do enfrentar-se com a modernidade, condenando as xenofobias e instaurando a identidade nacional: veja-se que vem de longe as questões de identidade e as primeiras idéias de que “O espirito crítico é a grande conquista da idade moderna”. E mais: “criação e crítica são uma coisa só”.

Conceitos, frequentemente, atribuidos a outros autores. Erroneamente…

LÚDICAS.

  • Para Lourdinha Ramalho este “mente’ do meu “erroneamente” é pleonástico, porque se é errôneo já é uma mentira…

  • Vera Lucena Vilar está morando nos aviões

  • Bêni Pedrosa promete mas não cumpre? Sim, visitas.

  • Ana Claudia Vital e Argentina Figueiredo não querem ser fidalgas da simplicidade, mas, em verdade é verdade.

  • Dia 30 corrente, casquinha de siri no PEN. Vai lá…

AGRADECENDO.

Mais uma vez, quero agradecer, aos amigos e às amigas, as mensagens de carinho e amizade que recebi, por ocasião do meu aniversário. E ao meu leitor, mil abraços

(*) Ensaísta

Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

Elizabeth Marinheiro

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