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Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 10 de outubro de 2021 às 8:25

Repetimos um registro já feito em nossa página/Face.

Eis que surgiu uma mensagem com a legenda “62 mensagens enviadas”. Como não as captamos, estamos imaginando que foram felicitações aniversárias.

Com muita satisfação, agradecemos aos amigos e às amigas, autores/as das gentilezas, desejando-lhes Saúde, Paz e Felicidades. Fraternalmente, abraços.

SOUSANDRADE

Cumpre-nos retificar alguns equívocos na publicação do nosso Ensaio sobre o genial Poeta maranhense:

I a palavra correta é trompe-d’oeil

II a palavra correta é dispensando

III a palavra correta é inquiridor

IV a palavra correta é As dobras e não “obras” (cf. Deleuse)

Agradecemos a atenção dos leitores.

BOAS LEITURAS

Costumo atender às solicitações que tenho recebido. Ei-las:

De EVERALDO DANTAS NÓBREGA = Poemas

De HILDEBERTO BARBOSA FILHO = Gabi Voltou

De MESSINA PALMEIRA = A História do Arco-ÍRIS

De THÉLIO FARIAS = Areia: Ninho de Águas

De FREDSON DE SOUSA = Universo Poético

BUSCANDO CECÍLIA

Não pretendo elaborar estudos, aqui/agora, em torno de sua obra internacional. Carioca, Educadora e feita de Cores, Impressões, Musicalidade.

E se o cronótopo literário comunga inter e intratextos, caminharei com meu intimismo parafrásico.

Ora alegre, ora triste porque sou partícula do tempo.

Lábio amargo? Jamais. Gosto de querer bem e não escondo afetos e emoções. Pra mim o amor é diferente, ou seja, exige um conjunto de ingredientes: lealdade, caridade, solidariedade, lembrar-se de, elogios sinceros, não maquiar o conviver com desculpas descartáveis, enfim ser com autenticidade.

Com um simples gesto posso dar um “sinal de eterna esperança”. A menina antiga tinha “cabelos louros”, hoje os tem colorados com as nuances do cabelo branco…

Se “fiz o que não devia” foi porque o mundo é feito do certo e do errado. “Para onde vão minhas palavras?” para quem gosta de ler tecelagens.

Recuso o “Brumoso navio” e encanto-me com os mares de Tambaú e Copacabana. Se “ando agora esquecida”, vou repetindo os sons das músicas e o canto dos pássaros que iluminam meu coração, minha mente. Encontro tudo na mesma gaveta…

Não tenho “receio de enxugar as lágrimas”. Elas emergem de alegrias, sentimentos, perdas.

Ah, quem me dera seguir CECÍLIA MEIRES e afirmar:

– “Solte meus anéis nos aléns da saudade

ABRAÇOS

Bem carinhosos para Divanira Arcoverde, Guia Carvalho, Terezinha Diniz, Ninfa Macedo, Silvia Ramos, Vanda Figueiredo, Gerusa Soares, Olguinha Amorim, Carlos Siqueira e Franco, Eliane Carlos, Rosely Medeiros, Luciano Wanderley, Arquimedes Leal, Sra. Marigene (Pró-Médica) e Aluizio Lucena Sobrinho.

AO MEU LEITOR

Ah, guardemos nossos olhos/duráveis como as estrelas. CECILIA MEIRELES (in Antologia Poética, p.132)

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