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Campina Grande - PB

TESSITURAS

19/11/2016 às 17:08

Fonte: Da Redação

Foto: Ascom

Aproxima-se o fim do ano.

Aproxima-se, também, minha próxima ausência da Paraíba.

Portanto, agradeço a DEUS o dom da vida. Vida que Ele nos preserva: a mim, as minhas filhas, a minha irmã, a minha neta.

Aos meus familiares,

Amigas,

Amigos,

Agregados.

Ratifico meus agradecimentos a todos aqueles nomes, citados por mim, na reunião de encerramento das atividades públicas da I Seccional PEN da Paraíba: Sócios, Contribuintes, Admiradores, Participantes, excelentes Comunicadores e Artistas.

Repito: a gratidão está dentro do meu coração.

E que todos(as) tenham um NATAL abençoado por JESUS nascido, diariamente, na “palhinha”.

E que 2017 venha – para toda humanidade e, em especial, para as famílias, amigas e amigos – pleno de PAZ, SAÚDE, LEALDADE, CARIDADE, PERDÃO, AMIZADE, COOPERAÇÃO, RECONHECIMENTO e, sobretudo, extinção das guerras em suas inúmeras faces, como inveja, corrupção e outros monstros.

“Glória a Deus nas Alturas e Paz na terra aos Homens por Ele amados”. Que assim seja. Amém!

DO COGNITIVO.

– A programação, de alto nível, que nosso Centro Cultural ARIANO SUASSUNA vem desenvolvendo em João Pessoa. Parabéns!

– O lançamento da obra “Joaquim Nabuco no Mundo”, da autoria de Leslie Bethell. Como tudo que a escritora Lili Nabuco promove, o evento ocorreu na Livraria Argumento (RJ) com indiscutível êxito. Ótimo!

– A terceira edição de “Crônica: a arte do útil e do fútil” do consagrado Wellington Pereira. Leitura obrigatória para quem deseja saber, realmente, o que é CRÔNICA…

– A boa pesquisa do poeta José Edmilson Rodrigues  e Irani Medeiros é conteúdo do livro “Ivanildo Vila Nova/Mito, Versos & Viola”, editado pela editora “União”. Conciso e minucioso, a obra traz importante comentário do Professor Luciano Barbosa Justino.

– Com estudos analíticos de renomados Críticos nacionais, o escritor Rinaldo Fernandes, organiza e pública, com raro senso estético, a obra “O Clarim e a Oração”. Tem-se um trabalho exaustivo em torno da vida/obra de “Os Sertões”.

– Não esqueçamos o ótimo livro “O ofício de escrever e outras vertentes”. Prefácio e Comentários dos escritores Walter Galvão e Carlos Azevedo, os quais hidratam a coletânea da colega Molina Ribeiro (in memória).

PARA MINHA FORTUNA CRÍTICA

I – A linda mensagem que a Profa. Dra. Flora de Paoli Faria (UFRJ) enviou-me recentemente. Não posso perfilar a grandeza da Flora; mas posso agradecer os livros a mim dedicados e ratificar a estima e admiração que mantenho por ela. De coração!

II – Os honrosos cumprimentos recebidos do ilustre Des. Rogério Fialho Moreira (Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Recife-PE) e do grande amigo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque (Presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba), por ocasião do meu recente aniversário. Gratíssima!

CAMPINA AGUARDA.

Com mais de uma década em função da Cidadania, O POLASC – Palácio de Artes Suellen Carolini apresentará, nos próximos 15 e 16 de dezembro o “XIV Festival de Ballet Infanto Juvenil”, sob o tema “O SONHO DE SUELLEN”.

Suellen, sempre! O sonho mais vivo na saudade do querido casal Lau/Chico Aguiar.

Com oficinas de teclado, técnica vocal, violão, violino e ballet clássico, sob a direção de competente corpo docente, recebe a eficiente direção de Sammara Aguiar, Laudiceia Aguiar e Romero Motta. Mais um sucesso. Sem dúvida.

ADYLLA.

Impossibilitada de atender ao convite do amigo Gerardo Rabello para falar nas homenagens à memória da Escritora-Imortal ADYLLA RABELO, remeti o texto abaixo, o qual, para minha honra, foi lido naquela oportunidade. Ei-lo!

ADYLLA RABELO: ORQUÍDEA OU CACTUS?
         Uma mulher, uma esposa, uma mãe, uma sogra, uma avó.
         A Cronista, a Jornalista, a Imortal da Academia Paraibana de Letras.
         Adylla: a mulher-crônica
         Crônica pessoana da “alma que canta sem entrave”.
         E o som volteando no pulmão da escrita.
         Mulher-crônica, sim!
         O texto bandeiriano com a “delícia das coisas mais simples”
         Texto exorcizando fronteiras.
                 um não aos dogmas
                 um sim às diferenças
                 um não ao autoritarismo
                 um sim ao rastro brilhante de Walter Benjamin.
          Adylla-crônica!
          Crônica-fusão:
   o existencial e o afeto; a rapidez do recordar; a foto dos flagrantes.
                               Perfume…
                               Saudade…
                               Lágrima…
                               Sorriso…
                               Humor…
                               Testemunho do cotidiano
          Adylla, você contemplou Cronos
                      Você foi canção de esperança.
                      Você foi mensageira dos acasos.
                      Você escreveu como rapsodo da contemporaneidade.
          Adylla: você olhou e viu a cidade,
                      com suas gentes, ruas, objetos, eventos.
          Fazendo-se cidade, você foi o sabor e a felicidade do ôntico!
Sim, Adylla, a cidade é seu batismo sacral. Com você, a cidade tornou-se protagonista. E sua narrativa – de colóquios e solilóquios – é a Linguagem do Ser e do Ente consolidada na Literatura paraibana!

Nem cactus, nem orquídea

e sim

O CANTO QUE FAZ CANTAR!

FACMA.

Por amor e coração, peço aos amigos, amigas e leitores que não percam amanhã (Segunda-feira, dia 21) a Eleição da Nova Diretoria da FACMA. Confio e agradeço. 

Guabiraba, 04/11/2016

Ao meu leitor, todo meu amor.

Por:  Elizabeth F. A. Marinheiro

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