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Rafael Holanda: Os irreparáveis

Rafael Holanda. Publicado em 30 de abril de 2021 às 12:23

Cheguei à conclusão que algumas pessoas, por mais que passem por sofrimentos intensos e que suas lágrimas desçam ao solo como se fixasse como raízes, jamais tiram do seu coração a dureza pétrea da insensibilidade.

São pessoas que se sentem bem ao programar um universo de maldade; são pessoas que usando de cargos transitórios cavam sepulturas para que possam enterrar em vida, os que sucumbem a sua maldade.

Não há um só dia que não maquinem alguma coisa capaz de ferir alguém, mesmo tendo a certeza que as curvas da vida sempre lhes apresentam surpresas e que as lágrimas de tantos possam serem as suas lágrimas.

Não medem distancia para chegar e com seus instintos de maldade armar uma tenda com a finalidade de programar ações que sejam com a finalidade de destituir a pequena força daqueles desamparados.

Dizem senhores da verdade e justiça , mas levam consigo o estandarte da discórdia e perseguição e em sua agenda transcrevem como peça de teatro o que de ruim foi capaz de organizar durante o dia.

Não sofrem insônias e dormem como se fossem justos diante de uma dia cheio de bondades, mas trazem na intimidade uma rocha de insensibilidade, um rosário de desgraças em preparo para serem atiradas na primeira oportunidade.

São escravos da maldade que o mais experiente psiquiatra se torna incapaz de descrevê-los; são gananciosos, donos do poder e em virtude de tudo isso são contados a dedos os seus amigos transitórios.

Sofrem verdadeiras catástrofes familiares, mas não se curvam a simplicidade da vida e mesmo quando ocorrem novas tragédias passeiam pela vida como se nada tivesse acontecido; são capazes de vender a mãe.

Estes elementos não são contados a dedo, pois encontramos a cada instante e momento, e para chegar a conclusão de imediato basta que alguém entregue em sua mão o poder de cuidar ou orientar as pessoas.

Vivem na miséria no seu interior, pois o espírito se acha pesado pelas inoperâncias e pela perda de sua crença. O Deus de sua vida é reconhecido apenas pelo seu poder de Intimidação, decorrente da sua força sem força.

São covardes que se vestem com a pele de cordeiro e quando perdem o cargo se acham incapazes de fazer novas amizades e se perdem pela estrada da vida por caminhos que ninguém deseja andar.

O Deus da esperança e da misericórdia, na realidade é o único que se padece deste espírito que em vida vive a mutilar esperanças; fomentar a discórdia; transformar mentiras em meias verdades com a finalidade de viver bem.

O mundo com suas significativas voltas haverá de mostrar que a lei de retorno é a única arma capaz de curar estes anormais, que se encantam com a arte de destruir sonhos; perseguir sem justificativas e viver na miséria como fruto de suas palavras.

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