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Quem sete vezes cai, levanta oito!

Patrícia Alves. Publicado em 2 de setembro de 2018 às 16:27

 

Foto: Reprodução
Quem nunca, né?
Pois é, tive vontade de escrever escutando Tiago Iorc, um cantor bem novinho que traz, na minha crítica opinião, um resgate às canções que sem depreciação, celebra aos bons hábitos, pensamentos e sentimentos.

Mas, se você ainda tiver aí lendo este escrito, ele não se trata de uma crítica cultural à música, mas uma leveza de pensamento, porque quando escutei “Quem sete vezes cai, levanta oito!”, fui remetida ao mágico pensamento de: como SOU FORTE, como SOMOS FORTES.

O mais engraçado, deste meu pensamento, foi conseguir me enxergar como FORTE – é que eu sou a pessoa mais chorona do mundo, e dramática (acho que nasci numa novela mexicana) e mesmo FRÁGIL, sou FORTE.

FRÁGIL – que bom – porque eu ainda não robotizei meus sentimentos e a cada dia e a cada sentimento, eu me desmancho em lágrimas e peço: colo, ajuda, auxílio! E isso não foi fácil, admitir que eu preciso o tempo todo de ajuda.

E FORTE – incrivelmente – justamente por reconhecer que eu não sou ninguém sozinha o que tornou minha fragilidade ser a minha maior força, porque só consigo pedir ajuda, porque eu ainda consigo ofertar um colo, um ombro amigo.

É ate meio louco pensar que precisamos aprender a receber, né Lenier Sucupira? E que não é só se doar, é receber! Entendedores entenderão!!!!

Enfim… como é bom entender que o universo não é perfeito, que nossa vida – nem a de ninguém – é perfeita e aceitar que há “coisas” que a gente pode mudar, mas há “coisas” que o mais FORTE é aceitar e seguir simplesmente em frente, sem olhar para trás – podendo até tá com a cabeça um pouco baixa – pois pode ser até mais fácil para perceber que nos novos caminhos podem ter estonteantes flores para colher.

Assim, reconheço que não só cai oito vezes, mas milhares e que minha vida não pode ser baseada no que deu errado, tem que ser no que vai dar certo, porque uma coisa eu sei… vou cair outras vezes e vou me erguer novamente! E como diz o fofinho do Tiago Iorc: “Pra quê apressar? Se não sabe onde chegar. Correr em vão se o caminho é longo!”

#SimpatiaÉQuaseAmor

Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

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Patrícia Alves

* Jornalista e analista de projetos para captação de recursos públicos.

falecom@fhc.com.br

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