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Médico e escritor Rafael Holanda: Desejo de justiça

Rafael Holanda. Publicado em 31 de julho de 2020 às 7:52

Foto: Paraibaonline

Que a caneta do Magistrado possua em suas entranhas as tintas da verdade, para que no momento oportuno seja utilizado com o peso da justiça com a finalidade de libertar do calabouço o injustiçado.

Que o Magistrado compreenda que fazer injustiça a outra pessoa se torna um mal muito maior para quem comete, do que quem sofre.

Que o Magistrado entenda que a mais bela das ações é a própria justiça; por isso que Ele não desvie, pois nela se apoiando verá com os próprios olhos e não com os alheios; saberá compreender e não pela compreensão de outros que a lágrima da injustiça dói mais que da perda de um ente.

Em verdade, a justiça é dádiva divina que a beleza da vida se encanta, e através dos parâmetros básicos, o sentimento de paz faz com que o juiz se torne leve aos olhos de Deus, quando pratica a dignidade que envolve a Dama da tarja preta.

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