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Lua Maçônica

Ailton Elisiário. Publicado em 18 de julho de 2019 às 12:35

Neste dia 20 do mês de julho a humanidade celebrará cinquenta anos da chegada do homem à lua. Nessa data os astronautas Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin colocavam seus pés no solo lunar, enquanto Michael Collins permanecia pilotando o módulo Eagle transportado pela nave espacial Apollo 11, após uma viagem de 3 dias num percurso de 300 mil quilômetros da Terra ao seu satélite natural.

Antes dessa proeza da NASA – Agência Espacial Norte-Americana, que foi televisada para todo o mundo, os Estados Unidos e a União Soviética disputavam em tempo de plena guerra fria, os méritos da conquista científica e tecnológica de domínio espacial interestelar.

Americanos e russos já haviam lançado artefatos no espaço sideral. Os russos em 1957 haviam colocado em órbita o satélite artificial Sputnik I, a cadela Laika no mesmo ano no Sputnik II e em 1961 o cosmonauta Yuri Gagarin no Vostok I. Mas, foram os americanos que conseguiram pisar o solo lunar, cuja imagem da pegada do astronauta Armstrong ganhou as telas dos aparelhos de televisão do mundo inteiro.

Deixaram lá os três astronautas a bandeira americana fincada e uma placa assinada por eles e pelo presidente Richard Nixon com os seguintes dizeres: “Here men from planet Earth first set foot upon the Moon. July 1969, A. D.. We came in peace for all mankind” (Aqui os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua. Julho de 1969, Anno Domini.. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade).

A nação americana foi construída sob a inspiração maçônico-cristã, como o Brasil e os países latino-americanos foram formados sob a mesma égide. Não estaria, pois, fora dessa conquista a Maçonaria, pois tanto Armstrong quanto Aldrin integravam os seus quadros. Não é por menos e os maçons do mundo inteiro sabem disso, que a imagem da pegada lunar é a do pé esquerdo de Armstrong, que dá início à marcha de aprendiz. E estava ali sendo dado simbolicamente o início da caminhada do conhecimento humano do espaço sideral, nesse universo infinito e ainda insondável e imponderável da criação do Grande Arquiteto do Universo.

Com tal evento o mundo maçônico transcendeu o globo terrestre, indo à sua Lua ou seu satélite, alcançando o planeta Marte e ainda viajando pelo sistema solar, fazendo a águia pousar, como o módulo lunar Eagle pousou suavemente no Mar da Tranquilidade do solo da Lua. “A águia pousou. É um pequeno passo para um homem, mas um passo gigantesco para a humanidade”, disse emocionado Armstrong.

Cinquenta anos são decorridos. A Ciência e a Tecnologia celebram a conquista, a Humanidade comemora o feito, a Maçonaria Universal festeja o acontecimento. Embora o Conhecimento Científico haja deixado o Templo há séculos para dar lugar exclusivo ao Conhecimento Filosófico, a Maçonaria permanece na vanguarda do desenvolvimento do Conhecimento Interior para dar crescimento ao Conhecimento Exterior de todo Homem que caminha com Fé, Esperança e Amor a Senda da Perfeição.

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Ailton Elisiário

O autor é economista, advogado, professor da Universidade Estadual da Paraíba e membro da Academia de Letras de Campina Grande.

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