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Jesus está chegando!

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 23 de dezembro de 2017 às 17:08

Por: Elizabeth Marinheiro

 

Aliás, ELE chega todos os dias na vida de quem pratica o BEM. O Advento é alegria sublimada, que não se restringe às festas espetaculares.

Ao invés dos caros presentes (nos finais de ano…), o dia-a-dia deve ser marcado por gestos significativos: um abraço, um telefonema, um ato caritativo, um agradecer, tudo remete para um NATAL permanente. É por essa via que Jesus chega aos corações da humanidade.

Com este olhar, desejo as minhas filhas, neta, irmã e aos meus amigos, as minhas amigas, aos que me ajudam, um Abençoado Advento e um Venturoso 2018.

Que assim seja. Amém.

NIVER.

Até parece que ia pra João Pessoa. Mais adiante, a querida amiga Dra. Edna Figueiredo toma à esquerda e caminha-se por uma estrada escura, povoada de árvores gigantescas. Lembrei-me da “vovó e do lobo mau”…

Mas, logo se chega ao lindo restaurante, cujo nome não sei escrever. Bela ambientação. O repertório divino de TAN(Alexandre Barros), meu querido amigo. Um universo feminino do melhor nível. Cardápios refinados. Aconchego, muito aconchego.

Só poderia ser mesmo o aniversário de uma TERESINHA DINIZ. Com sua simplicidade congênita, Têca recebia a todos com carinho e simplicidade.

Sua filha Isabelle perfilou a mamãe com precisão e coerência. Mônica Mangueira representou a RFCC com ótimo texto. Divone Medeiros revelou o importante desempenho da Têca junto às Voluntárias de Caridade.

Finalmente, a voz de Teresinha. Um agradecimento fervoroso a DEUS. Louvores a sua família. Palavras de gratidão para com todas as amigas, presentes e ausentes.

Batem os sinos! Noite Feliz!

Que Deus permaneça com Teresinha, sua família, amigos e amigas.

LETRAS D’VERSOS

As concepções, segundo as quais o pós-moderno e os estudos culturais são um “vale tudo” continuam polêmicas. Sem pretendermos ingressar na polêmica, lembro Vattimo e Baudrillard que consideram o pós uma “chance positiva, uma realidade mais leve”.

E foi a queda das axiologias que penalizou a hegemônica dicotomia erudito versus popular. Embora ainda aceitemos algumas axiologias, não consideramos o popular um gênero da “contra-literatura”. Não.

A obra do médico-escritor José Moisés, “Letras d’versos”, ao recusar o academismo, subverte o eruditismo, adotando aquele ritmo linear que desvela conteúdos omitidos pelas “altas literaturas…”

O livro do Dr. José Moisés traz inúmeros textos relacionados ao imaginário popular. E é desse imaginário que o novo Escritor campinense retira, sabiamente, signos da oralidade; casos da “Biblioteca azul”; sintagmas do humor; cenas do cordel; jogos de linguagem; dicções burlescas; sátiras sociais, enfim, uma semelhança com o romance-folhetim.

Letras d’Versos – a sensibilidade artistíca negando o popularesco e alimentando os valores pós-modernos.

Parabéns, colega José Moisés!

CAMPINA EM ALTA.

Nesses momentos vergonhosos da atualidade brasileira, Campina reaparece com trabalhos da inteligentzia. Trabalhos sérios voltados para o Pensamento.

  • É o caso da Dra. Luciana Figueiredo Maia com o Ensaio “A Natureza Juridica dos Deveres Individuais na Carta Africana”.

Não sou especialista em Ciências Juridicas. Porém, a narrativa substantiva, o profundo conteúdo e uma bibliografia tão rica quanto renovadora chamaram-me a atenção e deixaram-me vaidosa.

Também não faltam ao estudo da Dra. Luciana o juízo crítico e a defesa dos Direitos Humanos.

Que os cultores do Direito procurem consultar a obra “Os Direitos Humanos em África”. Coordenação de José Melo Alexandrino, Coimbra Editora, Lisboa, pp. 145-194.

Bravo, Luciana!

  • Toda semântica seria insuficiente para uma análise vertical do texto “Ao mestre com carinho/Minha homenagem ao Professor Doutor Eduardo Mattos Portella” da autoria do Imortal paraibano José Mário da Silva.

No momento em que achismos de pseudos intelectuais surgem no “mercado”, Mário engrandece mestre Portella com o domínio da Crítica Literária.

Seu método crítico – o que é do conhecimento geral – é fecundo e vertical. O fecundo ancora-se nos postulados de quem conhece as diversas vertentes Críticas. A verticalidade abriga o sabor amplo de um estudioso conectado com os respeitáveis autores da contemporaneidade.

Mário: construção competente e estilo rigoroso.

Salve, Mário!

MEU INFINITO AZUL

Eis o título do livro de Helder de França Costa.

São crônicas para reflexão.

Crônica-lirismo.

Crônica-conto de fadas.

Crônica-transfiguração.

Crônica-autocontemplação.

Crônica-conhecimento.

Crônica-vida

Crônica-azul.

E eu, Helder, “amo porque amar me protege das maldades do mundo”(p. 52)

E ao meu Leitor, muito Amor.

Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

Elizabeth Marinheiro

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