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Importante vice-campeonato!

Alexandre Moura. Publicado em 15 de junho de 2018 às 9:37

Levantamento realizado pelo INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial (www.inpi.gov.br), órgão oficial de registro de marcas e patentes, e denominado de “Indicadores de Propriedade Industrial 2018”, mostra que no ano passado, a UFCG – Universidade Federal de Campina Grande foi a “segunda universidade do Brasil em número de pedidos de registros de patentes”.

Com 70 registros, a UFCG foi superada somente pela UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, que teve 77 patentes solicitadas.

A Paraíba ainda emplacou a UFPB – Universidade Federal da Paraíba, em quarto lugar com 66 patentes requeridas.

Segundo ainda o documento do INPI, em 2017 foram solicitadas, em nível nacional, “28.667 patentes, número 7,6% menor que o de 2016”, destacando-se três áreas tecnológicas com maior número de pedidos: química orgânica fina, tecnologia médica e produtos farmacêuticos. Já os pedidos de registros de marcas atingiram 186.103, um aumento de 12% em relação a 2016.

O interessante é que a Paraíba, em 2017, foi o “oitavo estado no ranking brasileiro, e segundo lugar no ranking regional, no número de pedidos de registros de patentes”. Para os padrões brasileiros é um feito e tanto!

Medicina Nuclear e a Marinha do Brasil

A Marinha do Brasil, dentro dos investimentos que vem fazendo há várias décadas, no tocante a obtenção de um submarino movido à energia nuclear, tem obtido “ganhos paralelos” para a medicina nuclear brasileira.

Um dos exemplos é o RMB (Reator nuclear Multipropósito Brasileiro) que além de servir como fonte de força para o submarino, “vai produzir radioisótopos para a fabricação de medicamentos usados no tratamento e diagnóstico de doenças nas áreas de cardiologia, oncologia, hematologia e neurologia”, substituindo os produtos importados extremamente caros.

Segundo a Marinha, “a tecnologia derivada do uso do reator, tornará o Brasil referência em medicina nuclear, pois será autossuficiente na produção de radioisótopos, podendo, inclusive, tornar-se exportador destes produtos”. Da mesma forma, o “RMB vai permitir a produção de fontes radioativas para uso na indústria e agricultura”, hoje totalmente dependentes de material importado.

Medicamentos entregues por Drone

A revista Aeromagazine, especializada em aviação, publicou matéria sobre o começo da utilização, na Suíça, de drones para entregar medicamentos, amostras de sangue para exames e outros materiais médicos urgentes, na região polarizada pela cidade de Berna.

O novo serviço, que conta com o apoio do Swiss Post, o correio oficial suíço, inicialmente está sendo testado entre o Insel University Hospital e o Tiefenau Hospital, distantes 2,5 Km um do outro.

A distância é relativamente pequena, mas o sucesso obtido até agora, já faz o Swiss Post “planejar utilizar a os drones também, na cidade de Zurique”.

O grande ganho na utilização deste tipo de solução tecnológica é o relacionado à diminuição do tempo de entrega dos produtos, em cidades com transito congestionado, refletindo diretamente na diminuição de risco para a saúde de pacientes em condições graves, onde cada minuto para inicio do tratamento pode significar a vida ou a morte.

Chegou ao Vinho!

O uso de “Realidade Aumentada” (tecnologia que permite uma visão ampliada, semelhante ao mundo real, mas de forma digital, por meio de uma câmera, aplicativo para smartphone ou vídeo) chegou à indústria vinícola.

A empresa chilena “Concha y Toro”, dona da marca de vinho “Casillero del Diablo”, disponibilizou um aplicativo (App) para smartphone, denominado de  “Devil´s Reader”, que “ajuda na escolha do melhor vinho para cada ocasião”.

Utilizando no desenvolvimento do App, os conceitos de Realidade Aumentada, o aplicativo “identifica o rótulo do vinho e sua cepa, dando sugestões de ingredientes e pratos que melhor harmonizam com a variedade escolhida”.

A solução está disponível na loja Google Play e na Apple Store.

Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Diretor da Light Infocon Tecnologia S/A e Presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado da Paraíba.

falecom@fhc.com.br

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