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Espelho, as pessoas são mais felizes do que eu?

Patrícia Alves. Publicado em 21 de outubro de 2016 às 15:48

Patricia Alves

Foto: Arquivo Pessoal

Por: Patrícia Alves

Eu, nas minhas crises existenciais, profissionais, pessoais e ais, ais, ais… me perguntei se todo mundo é assim como eu, essa turbulência – essa bipolaridade – de sensações. Parei, no meio do engarrafamento- normalmente momento que tenho pra fazer planos – olhei-me focadamente no retrovisor e me perguntei: Espelho, espelho meu, será que as pessoas são mais felizes do que eu?

E, pra seu e meu espanto, né que a resposta veio! Sai memorando inúmeros colegas que são felizes, mesmo tendo crises existenciais – normais para o crescimento – mas em todos identifiquei um “gene” em comum, todos são altamente fortes emocionalmente.

Ai, meu caro, pensei! Preciso fazer um treinamento urgente de “Inteligência Emocional”, porque não adianta, no meu caso que sou jornalista, escrever como uma princesa (hahahaha), tecendo palavras como uma bela peça de renda renascença e não ser capaz de impulsionar minha carreira com minha capacidade técnica.

Nota Dramática: Não estou me achando os 5% das águas de Boqueirão, embora que adoro ler o que eu escrevo. Apenas, estou tentando dizer que você advogado não adianta só saber as leis e ter uma oratória impecável, você tem que ter um Q a mais, o que estou convencida é que este “Q”, é essa tal de Inteligência Emocional.

Como falei muito deste termo impulsionador de carreiras, deixa eu simplificar essa nova/velha tendência, desenvolvida e criada lá nos Estados Unidos por um psicólogo, um tal de Daniel Goleman – o cara é o máximo – ele diz que nossa capacidade de desenvolvimento vai muito além do nosso QI – sim, aqueles testes que diziam que o cara era o bam bam bam porque tinha um QI alto ou que o outro era idiota por ter um QI baixo – para Goleman, a INTELIGÊNCIA é a EMOÇÃO.

Ai, de cara – como sou boa em mandar – já digo, imploro e oro para você começar a ler o livro “Inteligência Emocional” de autoria de Goleman. Custa baratinho, coisa de R$ 50,00 e você  realmente começa a olhar um mundo por outra perspectiva, mesmo, ainda, tendo crises existenciais – como a que eu estou sentindo neste momento que escrevo minha coluna que amo.

Como sou, também, prática, eu já disparo que a Inteligência Emocional, ao meu ver, é muito parecida com a empatia, já que é dito que um cara emocionalmente inteligente é aquele que consegue identificar as próprias emoções com facilidades, e óbvio, óbvio, óbvio moldá-las, tendo reações INTELIGENTES em situações desafiadoras!

Acho que Goleman, que é Ph.D pela Universidade de Harvard, leva tão a sério o que ele planejou que só escreveu outro livro após 20 anos, agora chamado FOCO. Ainda não li, porque não consegui comprar – mas recebo de presente, de muito bom grado, viu Paty e Lidi?

Enfim, todo este palavreado e divulgação gratuita ai em cima foi para dizer apenas uma coisa: Preciso(amos) parar para pensar, pensar na vida, porque sou eu que desenho os meus alvos, só eu que sei qual é a Roma que quero ir. Enfim, amigos, vamos pensar juntos, porque se Bill Gates, Jack Welch, Steve Jobs e Mark Zuckerberg conseguiram, porque nós não vamos?

 

Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

Patrícia Alves

* Jornalista e analista de projetos para captação de recursos públicos.

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