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“Empregado” não é mobília, ele é a empresa

Patrícia Alves. Publicado em 15 de setembro de 2018 às 10:11

Lamento, podem até ter tentado implantar essa história de liderança no Brasil, mas vou racionaliza: conheço poucos, pouquíssimos, a maioria SÃO CHEFES, e CAÓTICOS, e se acham os maiores incentivadores.

Estávamos em seis amigas, todas com “bons” trabalhos. Porque, você leitor, sabe que existe a diferença entre EMPREGO E TRABALHO, né?

Para não ser extensa, vou logo aos significados populares:

– EMPREGO é aquele que você já pensa: Eita, hoje é sexta!

– TRABALHO é: Graças a Deus hoje é sexta!

E os caras chefes acham normal a COMEMORAÇÃO da sexta como um rito de libertação! Senhores e senhoras, estamos no era da Liderança 4.0 onde o colaborador não se enxerga como parte do mobiliário fixo da sua empresa, eles se empenham para o cumprimento da MISSÃO, VISÃO E PRINCÍPIOS (se é que você tem isso) da empresa, porque entendem que precisam do capital (salário) para viver!

Eu, como consultora adorei o bate-papo, onde a cada comentário o encontro ficava mais hilário e minha semiótica – tão bem ensinada por professor Custódio – ficava cheia de balõezinhos desenhando as cenas, enquanto eu degustava um estonteante e apetitoso prato de filé ao molho de uvas negras, pensando como eu VOU FICAR RYCA…. só mostrando que colaborador não é cadeira!

Né lindo?

Enfim…. que venham mais Diagnósticos Operacionais Logísticos – DOA, onde a melhor parte não é fazer o Cliente Oculto e sim ver (em alguns casos) o péssimo entendimento que o CHEFE tem do SEU COLABORADOR, alguns não sabem nem o nome e acham não, têm certeza que bons profissionais tão assim disponíveis – de rolo – no mercado de trabalho. Tadinhosssssssssssssssssss!!!!!

Oh, mas não deixa de contratar o DOA, mas por favor, faz um favorzinho pra você, lê um pouquinho sobre a quarta revolução industrial, e procura entender porque 80% dos jovens brasileiros só pensam em ser donos do próprio negócio, mesmo não tendo nenhuma cadeira nas escolas ou faculdades.

PS: eu queria contar as histórias, mas minhas amigas me matariam, mas vocês iriam rir.

Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

Patrícia Alves

* Jornalista e analista de projetos para captação de recursos públicos.

[email protected]

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