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Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 1 de agosto de 2021 às 8:35

É óbvio que há pessoas que não acolhem o êxito alheio. Porém, outras vibram, aplaudem e estimulam. É o ser/fazer do Escritor José Mário Silva que, com seu brilho próprio, costuma divulgar o Outro

Conhecedor profundo de W. Benjamin, Mário sabe que “Quanto mais o ouvinte se esquece de si mesmo, mais as palavras que ele ouve se gravam profundamente em sua memória. Quando o ritmo do trabalho se torna seu mestre, ele ouve as histórias com tanta atenção que de si mesmo lhe advém o dom de repeti-las”.

Mário não repete. Sabe ler, esquece o Si e volta-se, costumeiramente para a alteridade.

É com muito prazer que transcrevo um dos seus textos;

“Se Campina Grande fosse um romance, Elizabeth Marinheiro pontificaria, certamente, como uma das suas personagens mais importantes, uma verdadeira protagonista de suas teias e tramas. Elizabeth Marinheiro, já o proclamou o escritor José Louzeiro, não veio ao mundo apenas para contemplar, mas, sim, para agir, interagir, e intervir, transformadoramente, no mundo ou mundos em que esteve inserida. Na docência universitária na cátedra da crítica e da teoria literária, na pedagogia que consorciou arte e educação; na idealização e mentoreio de projetos vitoriosos, tais como: a FACMA; os Congressos Internacionais de Teoria e Crítica Literária; A Primeira Seccional PEN da Paraíba. Em todos esses campos, na confluência do Eu com os Outros, Elizabeth Marinheiro fez história e é história!” JOSÉ MÁRIO DA SILVA

POÉTICA

Passarinho no ar
passavoando
passarinho no galho
passatrinando
passarinho no ninho
passarinhando

Menino no caminho
caminhando
menino no chão
observando
menino com bodoque
atirando

Passarinho
pedrecendo
cantando
no céu.

MARIA GORETTI RIBEIRO (in “Luz
do claustro”, p. 95)

MEUS ABRAÇOS

Fraternalmente para Marizelda Soares, Salete Carolino, Leda e Bébé Figueiredo, Aurinha B. da Fonseca, Vera Maia, Maria Ricarte, Estelita Cardoso, Teresinha Diniz, Célia Farias, Luciano Maracajá.

AO MEU LEITOR

Os poemas são pássaros que chegam/Não se sabe de onde e pousam/No livro que lês. MÁRIO QUINTANA.

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