Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 23 de maio de 2021 às 7:40

Manuel Bandeira tem uma Poética de inúmeras tonalidades: alegria/tristeza, vida/morte, rico/pobre, felicidade/infelicidade e outras inúmeras dicções.

Tendo-o como leitura diária, encontrei, hoje, este quarteto que fala pra mim:

“Oh, ter vontade de se matar…

Bem sei é cousa que não se diz.

Que mais a vida me pode dar?

Sou tão feliz!” MANUEL BANDEIRA (Obra completa, p. 189).

Fala pra mim porque condeno os suicidas.

Fala pra mim porque Deus me dá mais do que mereço.

Se tenho dissabores, os prazeres contam mais.

E são estes momentos felizes que procuro vivê-los.

E quando Dr. Lamirzinho Motta chega a minha casa não só me alegra, mas também me envaidece. Envaidecida? Sim. Não só o amigão solidário, também o exemplo de um cidadão ético. Engenheiro vitorioso, simplicidade isenta de intencionalidades. A grandeza de uma luz semelhante aos “diamantes mais límpidos”.

E, sobretudo, filho da amiga-mana Lucie Mayer Motta!

Já o Dr. Luciano Wanderley não veio tomar um café comigo. Mas, suas atenções e considerações vindas por telefone impedem-me o desejo de ir “embora pra Pasárgada”…

Por outro ângulo, Luciano amplifica minha crença na classe médica campinense. Em se tratando de um profissional competente não necessita de nenhum esnobismo, a fim de convencer seus clientes.

Outro médico que merece minha total admiração é o Dr. Vladimir de Oliveira. Talento científico, buscando sempre o alto conhecimento através de pesquisas, congressos e estudos permanentes. Recluso, parece admirar muito Chaplin: “Mais do que máquina, precisamos de humanidade; mais do que inteligência, precisamos de humanidade; mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura”.

E com essa doçura costuma atender aos sucessivos apelos de Lizanka.

Com este quarteto de generosidade, congratulo-me com a Medicina campinense.

“COM AFETO”

  • Agradeço as lindas mensagens de Violetinha de Lourdes, referindo-se ao Projeto MEMÓRIA DE CAMPINA GRANDE.
  • Há que confessar minha alegria ao ler “As Tessituras de Elizabeth Marinheiro”, artigo assinado pelo Escritor José Mário Silva Branco, publicado em A UNIÃO, de 22/04/2021, p. 10.
  • As atenções de Naná Garcez (Diretora Presidente da EPC)
  • O texto do Escritor Políbio Alves afirmando que Betinha “continua eternizada nas Tessituras e nos livros publicados. E mais, no coração de Políbio Alves, o irmão de sempre” Frequentemente, meu ato verbal falha.

 “COM DOÇURA”

Saudando as amigas Lourdinha Ramalho, Mércia Gouveia e Bêu Pedrosa.

Desejando saber se as queridas Yete Cruz e Jaci C. Lira residem em Campina.

Procurando Cinele M. Vilar, Alexandrina Formiga, Guia Carvalho e Terezinha Diniz e não as encontro.

Quanta saudade do conviver!

AO MEU LEITOR

“Vinde Espirito Santo” encher nossas vidas de LUZ!

É PENTECOSTES!

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