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Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 2 de maio de 2021 às 9:01

MAIO! Tempo das flores. Renovação da Esperança. Os pássaros deixam os filhotes, aqui, nos seus ninhos e vão buscar comida pra eles. É beleza. Comercialmente, inventaram “dia das mães”. Sinto minha mãe todos os dias.

Ela está nos quadros pendurados na minha casa. Nos bordados feitos por suas mãos. Mãos operárias? difícil narrar. Mãos-flor! Porque – ela mesma – cultivava seu enorme jardim, em plena rua “João da Mata”. Era ela semelhante às violetas que se escondem. Porém, jamais sairá do meu coração.

Transporto-me para meu Poeta e reencontro-me com ela:

“Olho a praia. A treva é densa.

Ulula o mar, que não vejo,

Naquela tristeza imensa

Que há na voz do meu desejo.”

Ora, mamãe, não há tristeza quando me volto para o Infinito e entrevejo estrelas lembrando-me que a “alegria é toda vinda de Deus”.

Deus te abençoe, mamãe de todos os dias!

SONHAR…

Realmente, é Maio. Planeta infectado. “Disse me disse” e “vai e vem”. Só não vem soluções para a pandemônia.

Manter o sonho do tempo bom, é preciso.

E meu sonhar se faz real no artigo do Escritor-irmão, publicado em lindo álbum e no jornal “A União”. “Glorioso”, José Mário!

Outro real-fantástico é receber a Empresária Mônica Mangueira. Mais deusa do bem-querer que empresária. Chega ela a minha casa, ofertando-me kit olímpico. Que sonho gostoso!

Não esperava a fantasia transfigurada em eloquência. Dentro das celebrações dos 40 anos da ALCG, nobre iniciativa do presidente JOSEMIR CAMILO, vivos e falecidos foram celebrados, fazendo História. Parabéns, Presidente!

Não sou muito chegada às metanarrativas. Com tal olhar, não poderia repensar o discurso do talentoso Poeta BRUNO GAUDÊNCIO em torno do meu fazer profissional. Resta-me agradecer e solicitar ao Poeta uma cópia do seu texto para posterior publicação. Gratíssimo, Bruno!

VANINHA/ARQUIMEDES LEAL

Este casal se faz autor de gestos que estão desaparecendo do pós-moderno… Solidariedade para com todos porque as mãos e o coração abrem-se, espontaneamente, para as diferenças.

E se meu leitor pretende uma preciosa Cêsta Natalina é só procurar o casal, recebendo dele algo incomum, pois escapa dos padrões estereotipados: bolos de batata, melões, jacas, jabuticabas, bolos de limão, whisky, lavandas, pulserinhas e outros objetos dionisíacos.

ABRAÇOS DE MAIO

Coraçãomente, vão para queridas(os) amigas(os): Irmã Joana; Irmã Coleta; Pe. Zé Vanildo; Pe. Márcio; Aureni Macedo/José Carlos; Tatiana Medeiros; Célia Farias; Maísa Gadelha; Marizelda Soares; Amanda/Lígia/Tamires/Bia/Paulo/Nogueira e todos do BRADESCO-PRIME.

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