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Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 7 de março de 2021 às 9:30

“É o vento ventando, é o fim da ladeira

É a viga, é o vão, festa da cumeeira

É a chuva chovendo, é conversa ribeira

Das águas de março, é o fim da canseira.

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São as águas de março, fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração.” TOM JOBIM.

 

O vento assemelha-se ao “Minuano”

Festas de cumeeira só quando a corrupção desaparecer…

A conversa foi interditada…

O cansaço convidou meu canário para os longes.

Realmente  pedras fecham caminhos

Mas, a vida vive em nossos corações!

 

07 DE MARÇO

Tão amigo do seu pai que ela nasceu no sete, ele no nove. Março, sim!

Filha devota. Irmã tallandesa. Esposafetiva. Mãe sacerdotisa. Prima solidária.

Esta é uma deusa coberta pela simplicidade dos simples. DEUS te cubra de Saúde, Paz e longa Felicidade, querida YARA R. DE FIGUEIREDO ALMEIDA. Beijo de tua prima.

 

INJUSTIÇA OU DESCASO

O fato grave é que o Prefeito Romero asfaltou “milhões” de artérias campinenses. Bravo!

Céus! Ele deixou metade da Rua N. S. de Lourdes e adjacências, atoladas por lamas e entulhos…

Muitos apelos e “nadica de nada”

Que o Prefeito BRUNO CUNHA LIMA tenha piedade de nós e expurgue esse estorvo.

LIZANKA

Minha filha, interessada por leituras, pede-me algumas considerações em termo de Mia Couto. Lamentando estar, provisoriamente afastada de leituras, devo-lhe oferecer, “en passant”, breves “dicas”.

O moçambicano Mia, nascido em 1985, formou-se em Biologia. É premiado por várias Instituições, inclusive pela União Latina de Literaturas Românicas.

A África é sua voraz temática. Mas, em estilo prosa-poesia e em compará-lo ao G. Rosa, entendo que o insólito e a memória são convocados para manter o chão lírico de uma raça. Acolhe o coloquialismo para uma mais transparente denúncia das torturas rurais, do meio ambiente, das contradições sociais, da orfandade humana, das etnias abissais, sem penalizar as buganvílias, o sonho, o encanto.

Veja-se, para não ir muito longe, como Mia Couto se autodefine: “Minha raça sou eu mesmo. A pessoa é uma humanidade individual. Cada homem é uma raça, senhor polícia”.

Outra pérola: “A vida é um colar. Eu dou o fia, as mulheres dão as missangas. São sempre tantas missangas…”

AFRICANIDADES

Não sou especialista em estudos de autores africanos, embora tenha fundado o “Centro Campinense de Estudos Africanos”, na sede FACMA.

Ocorre que o Centro ficou sob a direção de um conjunto Docente, cujos integrantes não estou lembrada.

DOS ABRAÇOS

Meus carinhosos abraços vão para queridas(os) amigas(os): Edna Figueiredo, Zélia Vasconcelos, Terezinha Figueiredo, Valda/José Claudio, Berenice Lopes, ConceIção Araujo, Salete Alencar, Sandra Pereira Silva (ex-aluna), Dr. Rafael Holanda, Dra. Sandra Pinto e sua delicada recepcionista, Sra. Madalena e Bruno GaudÊncio.

AO MEU LEITOR

“Renovai-nos, Senhor, com vossa Graça” (Liturgia Diária).

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