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Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 22 de novembro de 2020 às 7:50

CARPEDIANO

Um dia feliz conta com amigas e amigos do BEN:

Os gestos solidários e despojados de Alexadrina Formiga

A permanente assistência de Vaninha/Arquimedes Leal

O camaradismo de Vera Maia

O carinho de Claudia Nascimento

A solicitude de Célia Farias

O empreendedorismo de Maria Ricart

A prestimosidade de Salete Carolino

A boa conversa de Vera Lucena Vilar

A grande amizade de Lucie Mayer Motta

As mensagens de Dr. Rafael Holanda e do Escritor José Mário Silva.

Enfim, somos mais felizes quando merecemos o calor das(os) verdadeiras(os) amigas (os).

SAUDANDEANDO

Sinto muita falta do conviver com minhas ex-alunas:

Por ordem alfabética: Aurígena Maciel

Adinalva Macena Viana

Eliene Diniz

Fátima Pires Muniz

Luna Coelho

Mª Eleonora Barreto

Salete Cordeiro

UMA FACA COM LÂMINA

“Essa cova em que estás,

com palmas medida,

é a conta menor

que tiraste em vida.” Este, o projeto vigente entre os latifundiários que sobrevivem fazendo dos pobres, miseráveis.

Protesto de um Senhor Diplomata que atuou em Barcelona, Londres, Sevilha, Marselha, Genebra e Berna.

Poeta de um sertão onde “a pedra não sabe lecionar”. Das sêcas de um espaço no qual “o urubu/de urubu livre, passa a funcionário”. De homens “que levam em si os nós-senão-pregos, / nas nádegas da alma, em efes e erres”.

Em verdade precisamos “de outros galos” para que se teça uma manha. De uma bailarina sevilhana para quem “o riso é mais riso em quem ria”. Tacotear como a bailadora andaluza. A palo seco se canta quando qualquer pássaro “dá o seu assovio”.

Agora “encontro uma outra estrada/que desce da Paraíba”.

Estes versos objetivam relembrar as vindas do Imortal JOÃO CABRAL DE MELO NETO a Campina Grande (convites da FACMA), até porque abri este texto com as intérpretes de “Morte e Vida Severina” no Brasil, inclusive na Academia Brasileira de Letras e no Museu da Imagem e do Som, bem como em Teatros do Rio de Janeiro e Brasília.

Acrescento algumas considerações, já constantes no Ensaio sobre sua Poética que estou concluindo para posterior publicação.

Neste Ensaio leio o JOÃO como autor que nunca acolheu a tautologia do óbvio, recusando, portanto, as nomenclaturas atuais. Para quem escreve com a “poesia andando”, sabendo que “os pensamentos voam”, há que entender sua textualidade progressiva. A dinâmica centro/excêntrico, a dinâmica entre transitividade x intransitividade. Enfim aquele que “pode sair do poema/como quem lava as mãos.”

Porém, meu Poeta não é “como um cão sem pernas”.

Sua obra é a recusa do fácil em função de plumas tão herméticas quanto sua “psicologia da composição.”

ABRAÇOS

Vão bem fortes para Zélia Maria Vasconcelos; Gilda Amorim; Berenice Lopes; Mércia Gouveia; Vanda Figueiredo Fernandes; Marizeuda Soares; Dilma Dantas; Laudicéia Aguiar; Leda e Bebé A. de Figueiredo; Valdo Tomé; Albanita Guerra; Eneida Maracajá; Violetinha de Lourdes; José Jackson Costa; Salete Alencar; Valéria Valença; Diva Freire.

Como me sinto feliz em gostar de gostar de amigas e de amigos do meu coração!

AO MEU LEITOR

“Os acontecimentos de água/põem-se a se repetir/na memória” (J C M N, in “O Poema e a Água”).

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