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Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 20 de setembro de 2020 às 8:30

Não há data marcada para louvores a DEUS. Louvá-lo é ato diário. 

Eu, a exemplo, sinto JESUS em todas as minhas Orações. Louvo e suplico.

Agradeço-LHE a “vida em abundância” que Ele preserva as minhas filhas, a minha neta, a minha irmã, aos amigos solidários, às amigas verdadeiras, as minhas agregadas.

Peço-lhe “a LUZ QUE NÃO SE APAGA” para Marinheirinho, para João, para meus pais, meus irmãos e amigas (os) falecidas (os).

          Sorvo a vida nos pássaros nascidos em meu jardim.

          Nos pedreiros que trabalham cantando.

          Nas elicônias que jogam seu vermelho em meu coração.

          Nos mimos que recebo sem hora determinada.

          Durmo com a música dos pingos de chuva batendo em minhas janelas abertas ao Universo e acordo com o canto dos bem-te-vis pedindo seu xerém diário.

          Agradeço a DEUS a eficiência e o carinho dos meus médicos e de minhas médicas.

          O sol me afaga e a chuva renova minha esperança.

          Choco-me com o mal e com a perfídia que, direta ou indiretamente, me atiram, porém creio na “lei do retorno”…

Vivo com a Literatura e escrevo quando quero, posso e utilizando-me, sempre, da liberdade de expressão. Não busco agradar, nem condenar. Assumo a responsabilidade de todas minhas escritas, em livros, revistas, jornais, publicadas. O elogio despojado me fascina, a “crítica” invejosa me provoca a náusea sartreana.

          Viver bem é viver no bem!

          É ouvir Milton Nascimento com “o amigo é coisa pra se guardar no coração”.

          É brincar nas águas oceânicas de Ipanema e aplaudir o crepúsculo do Açude Velho.

          O Existir é belo para quem sabe torná-lo assim, ensinou-me o inesquecível amigo João Agripino Filho.

          LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, para Sempre Seja Louvado. AMÉM.

           

GLORIOSOS MOMENTOS

 

. Partir às seis horas da manhã para João Pessoa. Agradabilíssimas companhias de Mário e Claudia. Votar na Escritora Angela B. de Castro. Vitoriosa e 1ª Presidente-Mulher de nossa Academia Paraibana de Letras.

. Se a cliente encontra-se doente há que chamar seu médico. A metáfora, se desrealizada, significa que fui atendida pela amiga e excelente Advogada, Dra. Rejane Vasconcelos. Jamais esquecerei a espontaneidade e competência do seu gesto.

Audiência “online” com pleno êxito. Vitória! Agora, minha nova Advogada vai atuar no Banco do Brasil, o qual não cumpriu os ritos Jurídicos. DEUS, proverá!

. Nada mais gratificante que receber livros importantes. Fui surpreendida por Tânia, esteio da APL, ao me entregar três obras primas:

“DOZE CANTIGAS DE AMIGO”: Prefácio de Sonia L. R. de Farias e Testemunhos Críticos de Gerana Damulakis, Milton Marques Júnior, Mª das Vitórias Lima Rocha, Angélica Lúcio, Francisco Gil Mendes e Chico Viana. Posfácio de Glória Azevedo.

“VALEU A PENA” com estudo de José Mário da Silva.

“O SOLENE SABOR DAS COISAS INÚTEIS”.

Todos os títulos são do sagrado Poeta HILDEBERO BARBOSA, cujas dedicatórias emocionaram-me e tornaram-me “sagrada”. Generosidade do querido H B F.

 Voltarei ao assunto.

 

 POÉTICA PARA MEU LEITOR

           “Quando surtam,

          quebram a casa toda.

          Quando surto, faço poemas” HILDEBERO B. FILHO (in “O solene sabor das coisas inúteis”. p.13).

          Recado: quando surto, caro Hidel, dedico-me às “coisas inúteis”.

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