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Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 23 de agosto de 2020 às 6:00

Não a conhecia, nem nunca a vira.

Algum dia do ano/2019 fui à feijoada, no Clube Médico Campestre, em benefício da Rede Feminina de Combate ao Câncer.

Devota da pontualidade, cheguei ao Clube, onde havia pouquíssimas pessoas, mas acrescento que o evento foi prestigiadíssimo.

Sentei-me e, de pronto, impressionei-me com duas Senhoras, visivelmente cansadas, forrando mesas, pondo candeiras, enfim, correndo como se fossem alguma diretora da RFCC.

Reconheci a querida amiga Terezinha Diniz e desconhecia a outra “operária” do trabalho. No dia em que compareci a uma das reuniões da RFCC, encontrei a bonita Senhora, a quem foi apresentada pela presidente Nilce Franca.

Literalmente comunicativa, riso franco, muito versátil e foi logo conversando comigo. Gostei demais de sua simplicidade.

Posteriormente, soube que era proprietária de uma linda loja. Como integro o elenco dos admiradores da beleza, sentia prazer em contemplar vitrines. Com o endereço, fui bater em sua boutique. Por sinal, linda a loja, linda a proprietária. Suas clientes – percebi – eram recebidas com fino licor e o gostoso “capuccini”. Mereci o tratamento como se já fora cliente.

Passei a visitar sua loja, considerada um saudável ponto-de-encontro. Numa dessas visitas falei-lhes em livros e sobre a I Seccional PEN da Paraíba; convidei-a para uma de suas reuniões. Ela compareceu e avisou-me que iria promover suas reuniões. Ela compareceu e avisou-me que iria promover uma tarde de autógrafos em função do PEN e que a autora dos autógrafos seria eu.

Fiquei perplexa em tamanha generosidade.

No dia por ela marcado, deparei-me com uma loja iluminada por presenças queridas por ela e por mim. Como se fôra pouco, fui saudada por um poético Discurso proferido pela Profa. Dra. Ediliane. Jamais esquecerei a espontaneidade da feliz iniciativa dessa mulher admirável. Gratidão é a palavra recorrente saíndo do meu eu.

Continuamos sinceras amigas. Tudo isso sem aludir ao Monsieur Marcos, seu fidalgo esposo.

MÔNICA MANGUEIRA: símbolo de trabalho, idealismo, desafiadora da problemática humana e, sobretudo, tipos de solidariedade.

CONSELHO TUTELAR.

O eterno tema da separação conjugal, nem sempre é pacífico. Se por um lado os divórcios são um feliz acordo, por outro, é alimento para emulações familiares (ou baixarias?…).

E no momento em que um dos cônjuges acolhe novo casamento, as vítimas são os filhos menores (Cf. o “causo” novelístico de “Quinzé” e “Teodrora”).

O sofrimento de um menor é inaceitável, particularmente quando sua família adota a “ética” da perseguição

Nestes casos, urge a necessidade de alguém ter talento e afeto para buscar o CONSELHO TUTELAR, a fim de salvar a criança de novos danos. Que Deus, abençoe as crianças que, geralmente, são torturados pelo padrasto e/ou por uma madrasta. Segundo casamento é um enigma…

VANDERLEY DE BRITO

Somente há três dias, recebi da Profa. Célia Farias uma cópia do artigo assinado pelo Historiador Vanderley de Brito, autor de “A Passagem dos Espinharas”, em coautoria do intelectual Erik Brito.

Tendo como título “ONTEM NO TEMPLO DA FACMA” e publicado em 09/08/2020. Não sei o local da publicação, nem Célia me disse como a obteve.

Fiz rápida leitura do texto e deixarei para comentá-lo nas próximas “Tessituras”. Mas, desde já, afirmo: é um artigo substantivo, sem pieguismo, constituindo-se num belo gol em favor da FACMA “recém-nascida”. Já velhinha!…

ABRAÇOS

Na pandemônica época do não receber e não ser recebido, vou me valendo dos abraços. Hoje vão para minhas ex-alunas e atuantes da antiga FACMA: Adnalva Macena, Salete Cordeiro e Aurígena Maciel Malheiros, um trio brilhantíssimo, aplaudi-o nos palcos nacionais e internacionais e, sobretudo, queridíssimas por “Dona” Betinha. Que Deus as ilumine. Sempre!

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