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Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 2 de agosto de 2020 às 10:35

Conversei com ele várias vezes. Íntegro irônico e de uma independência jornalística inquestionável: eis a lembrança viva que mantenho do mestre RAMALHO FILHO.

Não conhecia sua família, embora meu João elogiasse muito uma de suas filhas, que trabalhava no Banco do Brasil. Depois, João me diria que ela fora transferida para o Rio de Janeiro.

Não me recordo do primeiro encontro com ela. Mas, graças à liderança social da querida amiga Bêri Pedrosa tive o prazer de conhecê-la pessoalmente. De pronto, fiquei encantada com sua versatilidade. Lembrou-me, inclusive, do PRO-MEMÓRIA em homenagem ao seu honrado pai, até porque sou autora do Projeto “MEMÓRIA DE CAMPINA GRANDE”. Durante a solenidade, todas as filhas do mestre usaram da palavra com rara elegância semântica.

Atualmente somos amigas e com certa identidade, ou seja, tenho alguns traços de sua personalidade.

Foi ela uma das primeiras pessoas a prestigiar as reuniões públicas da I Seccional PEN da Paraíba e tornou-se, por eleição. Oradora oficial do PEN.

Conversar com ela, mesmo por telefone, é uma maravilha. Sua inteligência, seu vasto conhecimento de temas importantes, suas brilhantes sugestões contrariam a mediocridade de alguns ciclos. E para o “papo” não se tornar prosaico e/ou prolixo, ela sabe dosá-lo daquelas pitadas de humor, comuns a certos versos de Quintana, com quem convivi quando de minha Pós-Graduação em Porto Alegre.

E nas reuniões da Força-Tarefa/PEN, ela é uma das vozes mais escutadas.

E tem mais um predicado: sabe informar bons profissionais nas áreas da telefonia, da computação, dos pintores e pedreiros. “Pois fum”, não é à toa ser ela a Síndica eficiente do prédio onde reside. Quem é ela?

LOURDINHA RAMALHO: protótipo da emoção e sinfonia para o OUTRO!

 

         POÉTICA

       “Pastoro as palavras

        noite adentro

        e as ovelhas passam

        uma à uma…

 

        A insônia cresce

        enquanto tosqueio

a lã de um amor febril

        que resultou

        terçã

 

        As palavras passam

        uma a uma…

        e as ovelhas somem

        no frio dos currais

 

        A insônia me cerca 

        nos arames espinhosos  do papel branco”

CLAUDIO LIMEIRA (inCotidiano”. p.p. 13 – 14).

 

Mestre da metapoesia, Claudio Limeira não integra a mediocridade do consumo. É realmente uma exceção no território dos narcisos… Poeta que alcançará a verdadeira Literatura nacional. A ele, devo-lhe um Ensaio, mas é preciso tempo para estudá-lo com fôlego.

GRATIDÃO

Enquanto muitos permanecem indiferentes, alguns ajudam a recuperação da FACMA, com 50 ANOS de resistência e vítima de cinco assaltos neste 2020.

Remeti oficio à presidente da Câmara Municipal e, dela, não recebi sequer um telefonema. Será que exista, na Câmara, um substituto de LULA CABRAL para começar uma campanha em favor da FACMA? Confiamos em Deus!

 

ABRAÇOS

Hoje vão exclusivamente para os casais Elvira/Buega Gadelha; Giovanna/Arquimedes Leal; Izabela/Lamirzinho Motta Filho; Monica/Monsieur Mangueira.

 

AO MEU LEITOR

Procurar atenuar a solidão de alguém é atitude divina. (autor desconhecido).

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