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Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 24 de maio de 2020 às 7:50

Numa cidade orfã de Jornais fica-se “a ver navios”, principalmente para quem não se dedica às mídias… Passamos às vezes por involuntária omissões.

Fui informada segunda-feira (dia 18 corrente) da passagem do amigo casal LÚCIA/WILSON BRAGA, com quem eu e João mantivemos ótimo relacionamento.

Dona Lúcia, Deputada brilhante, viajou a Campina para uma visita a nossa casa, quando da partida do meu filho. Uma partida prematura e provocada por “rapaz” invejoso. Mas, a amiga Lúcia trouxe-nos conforto, deixando-nos emocionados.

Dr. Wilson, por sua vez, nunca deixou de apoiar a FACMA e seus Projetos. Mesmo recordando sua ação governamental, entendemos que é tema para a História Nacional, particularmente para a História paraibana.

Mas, não se deve esquecer o Deputado Estadula/Federal; Prefeito de João Pessoa e, sobretudo, Governador da Paraíba. Quantas populações paraibanas foram beneficiadas com o Projeto Canaã e com os inúmeros Conjuntos Habitacionais!

Que respondam os Historiadores.

E que Deus receba Dona Lúcia e Dr.Wilson nas Glórias celestiais.

ZOLA X WALTER

Tenho por minhas primas, filhas do meu Tio Acácio Figueiredo, um carinho especial. Embora não residam em Campina (só Vanda mora aqui), minha estima por elas é mantida no meu coração.

Recebi um telefonema da colega Célia Téjo perguntando-me o fone de Neide. Não o sabia, mas lhe perguntei o porquê. Então ela falou sobre a passagem de Walter, esposo de Neide.

Novo choque pra mim!

Telefono para Marilda que me narra os tristes detalhes. Céus!

Walter foi atuante, rigoroso e muito sério em suas funções Jurídicas. Promotor de inquestionável Ética.

Marilda acrescenta a passagem recente de Zola, esposo de Lalá. Quanta dor numa única semana! Mantinha mais afinidade com Zola e toquei o fio, imediatamente, para Lalá. Zola estava doente, foi hospitalizada, porém Deus o chamou.

Lí vários poemas de Zola e me deliciava com as músicas tocadas no seu violão de ouro.

Agora, os sons violonados de Zola estão sendo escutados por anjos e arcanjos.

 POÉTICA

Neste tempo em que a “Dama Branca” está carregando familiares e amigos devemos recorrer ao Literário, onde habita o Poético.

A Poesia cura dores

A Poesia traz alegria

A Poesia não é vida

é a desrealização do real

que fabrica o imaginário

A Poesia “É guardã do tempo”

“Acolhe a quem procura”

É assim a Poesia de MAJDA HAMAD PEREIRA. Não conheço seus livros. Entretanto, a julgar pelo texto “O Jardim de Cada Um”, encontro-me com o verbo de uma canção embaladora.

São sons brotando de versos que se desprendem do “espelho” eterno e transitório. Na espontaneidade da construção, os signos transcendem o versejamento e atingem a beleza do acalanto lírico.

Uma Lírica que, ao recusar laboratórios e fontes confessionais, atinge aqueles influxos simbolistas, evidentes na Estética de Cecilia Meireles.

Ao invés do “lirismo comedido”, “O Jardim de Cada Um” é tão livre quanto praças ajardinadas. Lirismo que embala a paisagem. Lirismo mágico onde as palavras dançam.

Até parece o mundo visível em leitura linear. Mas, não o é. Tem-se um processo de instantes convergentes/divergentes que sugerem o colorido de um jardim e a transitoriedade da existência.

JARDIM DE CADA UM: “liberdade de sonhos/cumplicidade/e ponte” Ao Humano.

MENSAGENS

De Mônica Mangueira no dia das mães:

“Sem beijo, sem abraço e/sem aperto de mão…Tudo isso é precaução/Fé, coragem e paciência,/falta pouco pra isso tudo/acabar.”

Do Esteticão para meu cadelinho CZAR.

“Querida mamãe, hoje eu só quero expressar o quanto te amo. Mesmo que te encha de lambeijos e carinhos, que pegue a bolinha quando a senhora joga, que esteja sempre ao seu lado, ainda assim, não é suficiente para mostrar a minha gratidão. Por isso, a galera do Esteticão resolveu eternizar esse momento, para que eu possa te desejar um Feliz Dia das Mães!”

Lindas e carinhosas Mensagem.

AO MEU LEITOR

Peçamos a Nossa Senhora do Desterro! Rogai a DEUS para desterrar este monstruoso pandemônio. Amém.

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