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Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 10 de maio de 2020 às 9:07

Descobri nas minhas palmeiras, cordas de um velho bandolim.

            Ouvi com sons maviosos de “Dolente”

            Vibrei com “Vibrações”

            Saudadei as “Noites Cariocas”

            Persegui “O Voo da Mosca”

            Deleitei-me com “Simplicidade”

            Pedi a Dona Galeana um pouco de “Doce de Coco”

            Contei as “Pérolas” que não existem mais.

            E fiquei “Murmurando” não possuir meu talão de cheques…

            Estou sonhando com “Jacarepaguá”?

         Estarei “Implicante” demais com a “massificação ” cultural, que nivela tudo por baixo, dado que se nutre apenas e tão somente da ética do lucro, de resto, ética “nenhuma”?

            Estarei “remelexando” como as “divas” da Televisão?…

            Estarei sonhando? Não

            Estou diante da “capacitação divina” da Escritura

            Estou frente ao “apostolado” Crítico

            Estou vivenciando Jacob do Bandolim nas páginas de um Escritor, cuja sensibilidade tecida no Outro e cuja simplicidade o faz, cada vez mais, Iluminado: JOSÉ MÁRIO DA SILVA BRANCO (in Correio das Artes)

ALCG

Fui comunicada que fui colocada no grupo que a ALCG mantém no WhatsApp. Sendo eu do tempo antigo, não nutro grande simpatia por máquinas. Limito-me ao E-MAIL, ao FACE e só.

Tendo porém uma auxiliar competente, recorro sempre a ela para clicar meu “Zap”.

Fiquei muito contente com as congratulações recebidas dos companheiros. Parabéns de carinho e generosidade.

Também fui bastante cumprimentada por meus 40 ANOS de ingresso na Academia Paraibana de Letras. Já nem me lembrava… Minha posse foi maravilhosa em 02 de maio de 1980. E tive a grande honra de ser recepcionada pelo Desembargador/Acadêmico MÁRIO MOACIR PORTO. E que Discurso! Tenho-o como joia. Graças a Deus.

RUBEM FONSECA

Em torno do meu Ensaio sobre o inesquecível RUBEM FONSECA  no CORREIO DAS ARTES, dirigido pela competência inquestionável do Jornalista ANDRÉ CANANÉA, recebi, com emoção a seguinte mensagem:

            “Brilhante, preciso e bem escrito ensaio da professora Elizabeth Marinheiro publicado no Correio das Artes, analisando “Rubem Fonseca, a A Inquietude Consigo mesmo”.

            Rubem “encantou-se”, utilizando termo “suassuniano”, deixando eterna obra dissecada pela Dama das Letras campinenses.

A professora Elizabeth sempre nos oferta a palavra precisa, calculada, ao lado de uma fundamentação profunda em sua análises literárias”. Jurista/Escritor THÉLIO Q. DE FARIAS.

Com meu agradecer muito sensibilizado ao Doutor Thélio direi que não me sinto. “Dama das Letras campinenses”. Procuro, dentro de minhas limitações, cumprir o que o sábio DRUMMOND me aconselhou, numa das “Sabadoyles”, no Rio de Janeiro: “faça o melhor possível”. Não sei se o faço, mas tentarei, sempre, não ocultar o brilho do Outro…

ADMIRAÇÃO

Esta admiração remete para Secretário Diogo Flávio, Jornalistas

 André Cananéa, Arimatéa Sousa, Carlos Siqueira, Guilherme Cabral; Cronistas Jurema Filho, Celino Neto, Gerardo Rabello; amigas e amigos: Rosa Gabínio, Salete Carolino, Mônica Mangueira, Argentina Figueiredo, Terezinha Diniz, Zui Souto, Bibi Cabral, Creusolita/Cleonice Agra, Salete Alencar, Edna Figueiredo e Irmã Joana.

AO MEU LEITOR

Colaborem com o Cinquentenário da FACMA. Nossa Senhora de Fátima abençoará Você.

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