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Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 26 de abril de 2020 às 7:16

Esta crônica é dedicada ao Empresário Eduardo Carlos (TV Cabo Branco), ao Jornalista Carlos Siqueira (TV Paraíba) e ao Jornalista Zé Claudio (TV Borborema).

 Após entrevista ao respeitado programa “Patrulha da Cidade”, sobre a grave situação da FACMA, o programa dirigiu-se ao secretário de Comunicação deste Município, recebendo dele uma resposta equivocada. Céus!

 Disso ele ao “Patrulha da Cidade”. “a FACMA não pertence à Prefeitura e sim a Sociedade Civil”.

 Será este Secretário um campinense???

 A FACMA, caro colega, foi fundada, há 30 anos, por mim, Dr. Stênio Lopes, Dr. Claudio Porto, Sra. Estelita Cardoso, Figueiredo Agra, Empresário José Carlos Silva Júnior, Dr. Hélio Vilar e outras legendas de minha terra.

 Trata-se de uma Instituição de Caráter Jurídico, que envia seus relatórios à egrégia CURADORIA DAS FUNDAÇÕES, Orgão Federal.

 É reconhecida de Utilidade Pública por Leis Federal, Estadual e MUNICIPAL, sendo a Instituição Artististico-Cultural mais antiga de Campina Grande.

 Sua sede própria foi a feliz iniciativa dos Prefeitos Ronaldo Cunha Lima, Cássio Cunha Lima e Félix Araujo Filho. Mas, desde o Governo do Prefeito Enivaldo Ribeiro, a FACMA vem recebendo apoios de todos os seus sucessores, inclusive do ótimo Prefeito Romero Rodrigues.

 Ocorre que em março/2019, a ex-presidente Lili Arnaud largou, ilegalmente, a Instituição, deixando-a “ao Deus dará”…

 Nenhum vigilante me comunicou o fato… Só tomei conhecimento, através da Profa. Marizelda Soares, em setembro do mesmo ano. Que fazer?

 Corri para a CURADORIA DAS FUNDAÇÕES, narrei a situação trágica e recebi da PROMOTORIA um honroso Ofício, dando-me o direito de, na qualidade  de Instituidora, “tomar as providências que entender”. Por um milagre de Deus e da CURADORIA a Instituição não sofreu uma interdição.

 Ao me apoderar das chaves e abrir as portas tive um violento aumento de pressão, que me levou as hospital. O que constatei, sob o olhar indiferente de dois funcionários e três vigilantes, foi uma CASA depenada. Digo três vigilantes  porque só há um que é pontual e sério: Sr. BRUNO Alves da SILVA.

 Já não existiam porque roubados: 01 guarda-roupa com todos os figurinos da antiga FACMA uma mini-geladeira doada pela Sra. Estelita Cardoso; um fogão comprado com as mensalidades dos sócios/FACMA: um tapete de valor e inúmeros dano ao acervo fotográfico e ao mobiliário da FACMA. Um cenário do inferno dantesco!

 Então comecei um mínimo trabalho de recuperação: contei com o decisivo apoio da FIEP/Gestão Dr.Buega Gadelha, da Sra. Lucie Mayer Motta, da Sra. Giovanna Sales Leal, dos Dr. Luciano Maracajá e Thélio Farias e de Amigas e Amigos que desejam o desenvolvimento de Campina. Citarei seus nomes nas próximas TESSITURAS.

 Vale dizer que a FACMA nunca “pertenceu à Sociedade Cívil”, nem, como afirmou um cara mal amado, “depende tão só dos Poderes Públicos”. Coitado!

 Ocorre, caro Secretário Municipal, que os vigilantes (exceto o Bruno) não comparecem, são eles: Ubeni Severino da Silva, José de Arimatéia (da noite e tarde) e Jorge Luis Carneiro do Nasciimento (lincença=prêmio).

 Os dois funcionários Paula Ângela F. Silva e Adalberto Vieira da Silva afirmam não comparecer “porque somos maiores de 60 anos”.

 E o resultado? Cinco assaltos sucessivos, geralmente à noite, culminando com o roubo integral do Sistema de Som do Teatro, que tem o nome Elba Ramalho (minha ex-aluna), porém pertence à FACMA.

 Resultado: com a FACMA sendo cuidada por meu pessoal (ônus pra mim) e este “pandemonio”, pedimos socorro ao Prefeito Romero e ao Sr. Secretário de Administração, Dr. Diogo Flávio no sentido de substituir os TRÊS VIGILANTES e colocar DOIS FUNICIONÁRIOS “menores de 60 anos”.

 Quando estas medidas forem temadas, se possível urgentemente, terei condições de convocar a Eleição para a Nova Diretoria, celebrar o Cinquentenário e começar os tradicionais Projetos.

 E mais: prestar uma Homenagem aos nomes que estão ajudando à FACMA, ao Prefeito Romero e ao Dr. Diogo.

 AO MEU LEITOR.

 A FACMA, precisa continuar distribuindo o caldeirão de sopa aos pobres do BAIRRO CATOLÉ. Ajudem.

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