Fechar

logo

Fechar

Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 29 de março de 2020 às 7:13

Literalmente entregue a um trabalho pessoal, com prazo de entrega, não me é possível fazer as resenhas críticas das obras literárias enviadas, atenciosamente, por vários Autores.

A exemplo, cito “A Passagem das Espinharas”, romance histórica de Vanderley e Erik Brito, com excelente prefácio da Historiadora Ida Steinmuller. Erik também é Autor de “História Colonial da Parahyba”, obra já foi comentada por Thomas Bruno Oliveira, Luiz Galdino, Carlos Alberto Azevedo, Balduíno Léles, consagrados Especialistas paraibanos.

Autor de vários Livros e com imensa produção publicada em Jornais e Revistas especializadas, José Edmilson Rodrigues – me parece – viver para escrever. Concordando com o mestre Waldemar Ayada (e outros Críticos) “não é aconselhável escrever demais”.

Mas, José Edmilson acaba de lançar “A Poética do Rídiculo/Cronicontos x Ensaios”. Entendo que os estudos apresentados por José Nêumanne Pinto e Edmundo Gaudêncio bastariam bastam para sacralizar a nova obra de Edmilson.

Li alguns textos de “Que o nosso olhar não se acostume às ausências”, da jovem talentosíssima, Waleska Barbosa. Fiquei encantada! Como uma de minhas temáticas críticas é o “OLHAR”, antecipo-mea esta paráfrase(sublinhada por Leila de Souza Texeira): diante da amnésia geral, meu olhar jamais se acostumará as ausências, até porque olhar e memória entrelaçam-se para sublimar a tridimensionade do tempo.

Do Escritor Edir Macedo estou com a obra “O Ouro e o Altar/Uma revelação que vai abrir os olhos dos servos de Deus”. O título sugere uma leitura minuciosa e questionadora.

As epígrafes de Coco Chanel e do Marquês de Saíle, convocadas por Bruno Ribeiro em sua obra “Glitter ” indiciam, barthesianamente, uma posição contra o território das futilidades e hipocrisias.

ATÉ QUANDO, CATILINA?

Que horror! Faltam testes, vacinas, remédios. Mais desempregados pelo comércio, parcialmente curado. A indecente majoração dos preços. Mentiras e exageros. Prisioneiros domésticos sem tantas necessidades, porque já existem várias formas de prevenção.

Quanto prejuízo! Os pobres sem transporte público. Incrível… Não condeno as justas medidas do Ministério da Saúde; mas ele mesmo já combateu a hiperbolização…

Peçamos a Deus o fim da pandemia. Não o “deus” a quem só se recorre nas tragédias.

Deus é o BEM. A Ele devemos estar todos os dias, com uma atuação não do “de vez em quando” e sim ações e Orações permanentes e sinceras.

ELE disse: “Vigiaí e Oraí”. Vigiemo-nos! Que assim seja.

Até quando, Catilina, ficaremos sem Médicos e Juízes??? Será que tem alguém por trás dessa mágia?

POÉTICA

“Viajo nas asas do tempo, à meia luz.

Ouvindo os segredos do meu coração,

Presa ao místico Amor que me seduz.

Murmuro, concentada, uma oração” MARIA GORETTI RIBEIRO (in “Luz do Claustro”, p. 29). Esta obra surge com magistral prefácio de Eneida Nunes Freitas e Souza.

AO MEU LEITOR

É Deus quem te livrará do laço do caçador e da peste perniciosa. (Sl. 90-91)

Share this page to Telegram

Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

Mais colunas de Elizabeth Marinheiro
Elizabeth Marinheiro

[email protected]

Arquivo da Coluna

Arquivo 2018 Arquivo 2017 Arquivo 2016 Arquivo 2015

2018 - Paraiba Online - Todos os direitos reservados.

BeeCube