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Edição 2021 do IT Symposium / Xpo ™

Alexandre Moura. Publicado em 27 de agosto de 2021 às 8:04

Pelo segundo ano consecutivo, devido à pandemia, o Gartner Group (www.gartner.com), empresa americana que organiza o “IT Symposium / Xpo– renomado evento internacional de tecnologia, realizado anualmente, no mês de outubro, na cidade Orlando, Florida, Estados Unidos – decidiu realizar a edição 2021 de forma virtual (transmitida pela Internet), como aconteceu no ano passado.

Os organizadores do simpósio enviaram e-mails aos participantes, informando que: “dada à incerteza associada à variante Delta e os possíveis desafios de viagem e segurança, acreditamos que, neste momento, uma experiência de conferência virtual fornecerá a melhor oportunidade de aprender, se envolver e se inspirar”.

O IT Symposium / Xpo, reúne durante cinco dias, “pensadores visionários, provedores de soluções e líderes de TI (Tecnologia da Informação) para explorar novas estratégias, tecnologias, compartilhar ideias inovadoras e obter novas perspectivas sobre os desafios e oportunidades de transformação dos negócios”, no setor de TI, em nível mundial.

Como assíduo participante do evento, mesmo lamentando o segundo ano sem poder estar presente (fisicamente), considero a medida acertada.

Orientações para “Proteção de Ativos Digitais”

Como escrevi na coluna da semana passada, os ataques de hackers (bem como a disseminação de vírus de computador) estão aumentando muito, em nível mundial, nos últimos meses, principalmente os do tipo ransomware (“bloqueia o acesso às informações armazenadas nos computadores”).

No Brasil não tem sido diferente. A proteção de “Ativos Digitais”, não é uma ação simples e pontual. É um processo contínuo e que precisa de pessoal técnico qualificado, procedimentos operacionais adequados (e constantemente atualizados) e softwares de proteção sempre da última versão.

Como sugestão para se ter uma “proteção básica”, as empresas e órgãos públicos, podem seguir as orientações (bem básicas) constantes no próximo tópico. Destaco que isso é o mínimo que se pode fazer para se tentar proteger.

Orientações para “Proteção de Ativos Digitais” (II)

O primeiro passo é ter uma “cartilha” de procedimentos de cibersegurança (existem alguns modelos disponíveis na Internet) e que todos os colaboradores conheçam e sigam!

Com relação aos softwares, a sugestão é manter antivírus (e “antimalware”), atualizados em todos os computadores; só baixar aplicativos (e qualquer ferramenta/programa de computador) de sites dos fabricantes ou de representantes autorizados; caso possível (o custo é relativamente alto), colocar um firewall (“dispositivo de segurança que monitora o tráfego de rede de entrada e saída e decide permitir ou bloquear tráfegos específicos de acordo com um conjunto definido de regras de segurança”); utilizar todas as configurações de segurança recomendadas pelos fabricantes (tanto do hardware quanto os do software, sendo utilizados); não permitir que pessoas que não façam parte da empresa/órgão, conectem qualquer dispositivo eletrônico aos equipamentos utilizados.

Orientações para “Proteção de Ativos Digitais” (III)

É recomendável também, que os usuários dos sistemas, sejam orientados a trocar as senhas com frequência e utilizar combinações de letras e números não triviais e com pelo menos, 10 ou mais, caracteres.

Por último, o mais importante: Manter backups dos sistemas sendo utilizados e dos dados/informações armazenados. O backup deve ser feito pelo menos uma vez por semana (o ideal seria diário), e não deixar o dispositivo (um HD externo, por exemplo) que efetua o backup, conectado à rede (e se possível o dispositivo deve ser criptografado, visando aumentar a segurança da cópia).

Com relação ao pessoal técnico, deve ser capacitado de forma adequada e continua, com treinamentos específicos em cibersegurança, que em alguns casos, estão disponíveis na Internet (cursos básicos, mas que são uteis).

Lembrando sempre: A disciplina na prevenção é a melhor proteção!

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Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Diretor da Light Infocon Tecnologia S/A e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP - Associação Brasileira de Fomento à Inovação em Plataformas Tecnológicas.

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