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Como ser bobo e ser feliz?

Patrícia Alves. Publicado em 12 de agosto de 2019 às 11:03

Costumo escutar – e também falar – “Fulano é bobo!”, “Mas como você foi idiota!”, “Não devia ter feito isso!”, “Não acredito que você caiu nessa!”.

Acho que todos nós já passamos – ou julgamos alguém – por alguma situação assim, quando personificamos duas entidades: o BEM e o MAL.

Mas vamos combinar, queridos, a coisa não é bem assim. Às vezes, entramos em situações porque estamos fragilizados ou porque nos é conveniente. Em alguns casos, a permanência naquela condição pode vir causar algum mal, mas não acredito mais em vítimas ou algozes, somos maduros suficientes para escolhermos as circunstâncias que entrarmos e/ou permanecermos.

Quanto mais extingo a existência da personificação de Pessoa Boazinha e da Pessoa Ruinzinha é que me assumo como coautora da minha realidade, com capacidade de dizer SIM ou NÃO, afastar ou atrair pessoas.

Mesmo com essa consciência, estou certa que vou encontrar pessoas ruins e que vou ser a pessoa má na história de alguém, mas não será minha culpa sozinha. Quando vivenciar situações assim, serão a prova de que meu ego estará mais conectado com ela, do que com outros seres.

É a afirmação daquela frase: “Atraímos semelhantes e repelimos os diferentes”.

Ainda bem que isso não é uma sentença. O bom é que podemos parar de escutar a mente e ouvir o coração e, assim, criar uma realidade que nos permita escolher quem realmente – naquele momento – nos faz bem, quer nosso bem e quer ver nosso jardim florido.

Desejo, ao final, como oração, que você possa utilizar algumas técnicas do Ho´ponopono. São quatro frases simples, que exercem o perdão:

– Sinto muito

– Por favor, me perdoa

– Sou Grato

– Eu te amo

Essas frases devem ser mantidas à vista, para você perdoar o outro, mas principalmente se perdoar, porque seu passado jamais vai determinar seu futuro.

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Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

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Patrícia Alves

* Jornalista e analista de projetos para captação de recursos públicos.

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