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Coluna Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 27 de abril de 2019 às 10:41

A I Seccional PEN da Paraíba prestará um TRIBUTO A JACKSON DO PANDEIRO. A idéia partiu da competente Força-Tarefa/PEN e a reunião está sendo organizada pelas companheiras Salete Matias, Ninfa Macedo, Almira Soares e Agueda Costa.

Amanhã (segunda-feira/29), às 17 horas, no auditório da FIEP, vários Cantores e Leitores apresentarão um musical com letras do inesquecível Jackson.

Sob a presidência do Escritor José Mário e contribuição da Profa. Lourdinha Ramalho, a reunião estará, como sempre, aberta ao Público campinense, já que a Seccional não dispõe de recursos para convites especiais. Repetição necessária.

Com apoio de Aurinha B. da Fonseca, ter-se-á uma excelente apresentação do Grupo de Percursão/UEPB.

Não se sabe se a Hora da Confraternização terá êxito, até porque, na reunião passada, o lanche foi insuficiente, uma vez que os PRATINHOS GENEROSOS falharam.

Esperamos, entretanto, a significativa presença de todos os segmentos de nossa terra.

ESTANTE

O excesso de compromissos médicos e profissionais impede-me de ler, no momento atual, os livros que seus autores enviam-me com inegável gentileza. Mas, tenho o prazer de anunciar os títulos;

“Na África do Sul do Apartheid da autoria de Bernadete Cavalcanti.”

“O que é Poesia.” Coletânea de poemas, certamente elaborado pelo Escritor Ésio Rafael (Teresina/PI, 2018).

A Lira dos meus Quinze Anos”; “Lemas e Dilemas”; “Sonetos” do campinense Wilson S. C. Júnior.

Também, do médico campinense. José Morais Lucas, seu Discurso pronunciado ao receber o título de CIDADÃO CAMPINENSE, da Câmara Municipal Felix Araújo.

Parabéns e agradecimento a todos.

DA ÉTICA

A pontualidade foi, é e será uma dicção da ÉTICA.

Não se admite o atraso na chegada das pessoas aos eventos, nem aos Atos religiosos.

A exemplo, darei o caso da Procissão de Nosso Senhor Morto, na recente Sexta-Feira Santa. O Ato foi anunciado para às 16 horas e quando o Cortejo saiu os relógios marcavam 17:30 horas.

Resultado: sob um céu nublado e escurecido, a população foi se cansando, foi se aborrecendo e pegando os ônibus que passavam pela Catedral de Nossa Senhora da Conceição.

É isso ai: o “brega” pode confudir-se com o “chic”… Céus: nossa turma ficou apavorada com um FARISEU conduzindo o Andor…

DO COGITO

A dúvida é estudada filosoficamente.

Se não sou especialista em Filosofia, fico em conflito com aquele eu que produz a dúvida, refletindo-se no “Cogito” cartesiano.

A expressão designar-se a si mesmo, tão antiga, gerou a crise do “Cogito”, destituído de valor absoluto, de acordo com a polêmica Ricoeur x Descartes.

Sem buscar o longe do longe… entendo que a alteridade está implicita no si mesmo. O si é um outro, diz Ricoeur.

Em consequência, as chamadas indentidade – ipse e identidade – idem, a do si e de seu outro, ao acolherem as teorias do sujeito, não negam o “Cogito” e o eu estará presente na dialética.

Cogito = eu penso. É preciso!

O que me compete, mesmo na condição de ser pensante, é investigar um átimo da identidade nas narrativas, sejam poéticas ou ficcionais.

E a ficção elimina a poesia???

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