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Coluna de Patrícia Alves: A inutilidade de costurar palavras

Patrícia Alves. Publicado em 19 de janeiro de 2020 às 22:02

Quando escrevo eu teço, alinho, e costuro palavras. Para mim, é arte!

Esta arte de me expressar liberta meu ser, deixa-me com a sensação de ser plena, completa e pensante. Pois é nas palavras que encontro como dizer – pra mim mesma – que estou viva.

No ato máximo de expressão, não julgo quem pensa que minhas palavras são um amontoado de ideias soltas e revoltas, que não têm congruência alguma.

De boa, raramente escrevo para ter serventia! Escrevo, por fazer fazer – minha arte – sem preocupar-me com a utilidade, até por acreditar que não há escala para aferir o quanto a arte é necessária para vida.

Escrevo mesmo, para me expressar e não para noticiar! Saboreando cada palavra que aguça minha sensibilidade e registra a jornada incessante da construção do meu eu, retirando minhas máscaras, doando-me um pouco, encontrando sentindo para vida, inclusive, usando a arte para fugir da realidade da vida.

Publico meus textos com o mesmo interesse que compartilho a minha música favorita, o livro folheado e o filme impactante. Meu único desejo é proporcionar paz e bem, pois eu quero ser feliz e a felicidade não se ergue numa torre, presa e isolada, felicidade se reparte, em partes imensamente incalculáveis.

Sem imposições e sem restrições, expresso-me, sem me deixar levar utilidade do TER, escrevo só para SER, assim: PERCO TEMPO E GANHO VIDA!

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Patrícia Alves

* Jornalista e analista de projetos para captação de recursos públicos.

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