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Coluna de Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 3 de novembro de 2018 às 11:17

Conversando com a colega Célia Téjo e suas inteligentes colocações sobre Sartre e Camus, lembrei-me do tempo universitário em Recife. Era o apogeu do Existencialismo…

Meti-me a ler “A Náusea” (Sartre) e apavorei-me. Pouco me lembro. Mas, sabendo-o escritor “chegado” às drogas, entendi que o personagem “Paquentin” e seus “caranguejos” sinalizavam um existencialismo de idiossincrasias, defendendo o não-sentido da vida. Apavorei-me, repito.

Aconselharam-me “O ser e o Nada” do mesmo autor. Ou não entendi ou não aprovei. Com tiradas ontológicas, Sartre tematiza, exaustivamente, conceitos de liberdade e consciência, exaltando angústias, má fé, porque, pra ele, basta ser livre.

Conformada com minha incompetência filosófica, revisitei algumas páginas de José Mário Silva Branco, em “Os abismos do ser” e algumas, de Heidegger em “Ser e Tempo”.

De José Mário acolho: “…uma épica moderna que tem no ser, e nos seus incontornáveis abismos, o seu ponto de partida e de chegada para uma odisséia existencial que faz da interioridade humana, a mais recôndita e teimosamente inapreensível, o seu mais que privilegiado esconderijo.”

De Heidegger bastaria pontuar que, ao proclamar a queda da Metafísica, ele é o mais emblemático das Questões do ser, indo até aos prenúncios do “Alem-do-Homem”.

Realmente, nada mais circular que toda interpretação…

CANADENSES

Tenho o prazer de receber uma família/irmã.

Ele retorna encantado com o alto nível da civilização canadense. A higiene das ruas, a beleza das flores, paradisíaca paisagem!

De educação, nem é preciso dizer muito. Até causa espanto: os passageiros dos transportes colocando o pagamento, diretamente, nos caixas, sem interferência de ninguém. (qualquer semelhança com o Brasil é mera coincidência!!!!…)

Mário, Sinaida e Vóvó Nice presentearam-me uma tarde/noite natalina. Que Deus os abençoe.

TAVINHO

Impossibilitada de comparecer ao recente chá, promovido pelo ativista social. TAVINHO MIRANDA, registro meu agradecimento e desejo que Tavinho permaneça revitalizando a alegria da sociedade campinense.

Soube do êxito da festa: músicas com Jeandro, Danfrank, Regina Sampaio e Jorge.

Souvenirs da artesã Lourdinha Magalhães. Vinhos, Sorvetes, Sucos, Bolo confeitado e, sobretudo, o entusiasmo de Tavinho transformaram o evento em conto-maravilhoso. Parabéns, Tavinho!

ABRAÇOS

Muito sinceros para Vera Lucena e Célia Farias. Também para as “meninas” Brígida, Regiane e Luciana (Hospital dos Olhos).

Ao meu leitor, muito carinho.

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