Fechar

logo

Fechar

Coluna de Elizabeth Marinheiro: Tessituras

Elizabeth Marinheiro. Publicado em 4 de maio de 2019 às 9:59

A I Força-Tarefa/PEN realizou, com inegável brilhantismo, a reunião do dia 29 de abril pp.

Apesar do espaço/FIEP ter sido tomado por exposições e outro evento, as companheiras Almira Lopes, Águeda Costa, Ninfa Macedo (representada pelo Jornalista Xico Nobrega) e Salete Matias, todas Professoras, se houveram com Amor e Competência. Graças a Deus!

Da pauta, por elas elaboradas, constaram lindas apresentações:

– A estudante Ana Letícia C. Lira, representando o Projeto Infanto-Juvenil/PEN, discorreu sobre Jackson.

– O Dr. Zé Neto, sob entusiasmo do seleto público e alegria de Almira, leu um Cordel – em torno de Jackson do Pandeiro – perfeito nas estruturas vérsica e semântica.

– O Jornalista Xico Nóbrega fez um bom improviso sobre o homenageado com síntese e precisão.

– A cantora Vanusa, revelação da tarde/noite, cantou, encantou e mereceu o aplauso-entusiasmo de todos os presentes.

– O Pro-Reitor Andrade, muito eloquente e de uma simplicidade legítima, assegurou uma parceria da UEPB com Clube Pensamento/Estudo/Nacionalidade, I Seccional PEN da Paraíba. Foi aplaudidíssimo! Glória a Maria Santíssima!

Para nossa Seccional não existe “o melhor” e/ou “o maior”. Entretanto, não podemos deixar de fazer um registro especial sobre o Grupo de Percussão da UEPB, cuja interpretação plural, merece as atenções de Campina Grande.

E BILIU DE CAMPINA? Céus! Deu ele um show digno dos grandes Teatros do Rio de Janeiro. Se foi excluído do “maior São João do Mundo” é porque tem gente inferior a ele ou porque Biliu não tem “PISTOLÃO”… Cruzes.

Mas, Biliu É Biliu!

Agradecemos à FIEP. Agradecemos ao nosso Padrinho GENALDO CARDOSO e à Companheira DILMA C. DE LIRA pela generosidade dos refrigerantes e das saborosas canjiquinhas. Que Deus os abençoe.

Ao final, a idealista Almira ofertou as credenciais jacksonianas aos eleitos. E salve CIDA PINTO!

LITERATURA

Não há maior orgulho pra mim que merecer o reconhecimento de minhas ex-alunas e encotrá-las, hoje, ótimas Escritoras.

A epígrafe “Somos todos retalhos de uma textura tão disforme e diversa que cada pedaço, a cada momento, faz o seu jogo. E existem tantas diferenças entre nós e nós próprios como entre nós e os outros” (Montaigne). Esta epígrafe indicia, barthesianamente, o nível literário das obras da ex-aluna Valéria Vanda Xavier Nunes.

Em “A Saga de Sete Mulheres”, o narrador da autora, sem recusar a primeira pessoa, adota o subjetivismo vazio e assume, caleidoscopicamente, as contradições do existir sem abolir um crítico protesto político.

Já em “Marcas de meu tempo”, o eu presentifica-se, na construção de um Memorialismo substantivado.

Livros, portanto, que exigem estudos verticais. Não serão estes estudos o objetivo geral das Tessituras.

Parabéns Valéria, minha candidata nas próximas eleições da Academia de Letras de Campina Grande.

HAIKAI

Um anjo alvo

Do céu desceu e…

Caiu direto nos braços meus” VALÉRIA X. NUNES (in “A Saga de Sete Mulheres, p. 165”).

E ao meu leitor, uma visão angelical.

Share this page to Telegram

Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

Mais colunas de Elizabeth Marinheiro
Elizabeth Marinheiro

[email protected]

Arquivo da Coluna

Arquivo 2018 Arquivo 2017 Arquivo 2016 Arquivo 2015

2018 - Paraiba Online - Todos os direitos reservados.

BeeCube