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Campina Grande - PB

Aviões sem Pilotos

25/08/2017 às 8:13

Fonte: Da Redação

Por Alexandre J. Beltrão Moura (*)

Depois dos carros, caminhões e até navios (já navegando nos fiordes da Noruega), chegou à vez dos “aviões sem piloto”. E não estou falando dos drones (aviões militares de reconhecimento e ataque, sem pilotos, que já são realidade faz tempo) e sim de aviões comerciais (de passageiros e cargueiros) que devem estar cruzando os céus em 2025.

Segundo a empresa suíça de consultoria “UBS”, especializada em gestão de compra de aeronaves, daqui a oito anos vamos voar e transportar carga, em aviões sem pilotos.

Segundo um documento elaborado por técnicos da UBS, tirar os pilotos dos aviões vai proporcionar as empresas aéreas, anualmente, cerca de US$ 35 bilhões em economia.

Essa economia será em mão de obra, redução de consumo de combustíveis, em treinamento e até no custo das apólices de seguros (redução do “fator humano” no risco de acidentes).

Shopping Center do Século XXI

Continuando escrevendo sobre o futuro, mas não tão futuro assim, especialistas em “Shopping Centers” afirmam que, as mudanças proporcionadas pela “revolução digital” e a busca por novos e diferenciados, espaços de lazer, vem “forçando” os shoppings a se adaptarem aos novos desejos dos consumidores.

Os clientes buscam cada vez mais, novas opções de entretenimento e conveniências (disponibilidade de Internet em todas as instalações, por exemplo), áreas verdes e facilidades para o convívio com familiares e amigos, e com uma praça de alimentação completa (com as tradicionais lanchonetes fast food e também, de restaurantes sofisticados) e outras atrações que “tornem o local um ponto turístico”.

Com o crescimento das vendas pela Internet e da opção de ir até a “loja física” do shopping para retirar o produto, abre-se a possibilidade de oferecer outros serviços e produtos adicionais.

Para maximizar este tipo de oportunidade, faz-se necessário que o “ambiente do centro de compras esteja totalmente conectado aos smartphones dos consumidores, detectando a sua presença e oferecendo serviços ou produtos do seu interesse”.

Esse é o presente e o futuro do varejo.

Facebook perde Espaço

Uma pesquisa recente, feita pela empresa “eMarketer”, especializada em temas relacionados as mídias digitais, mostrou que os jovens “estão cada vez menos ativos na rede social Facebook e mais presentes no Snapchat e Instagram devido ao apelo do conteúdo visual, mais atrativo para os adolescentes”.

Ou seja, o Facebook vem perdendo “mercado” para as plataformas “que favorecem a comunicação e conteúdo visuais” e isso certamente, impacta nas vendas de propagandas voltadas para esse público-alvo e deve afetar o resultado financeiro do Facebook nos próximos anos.

Ainda Facebook

A rede de fast food McDonald’s fechou acordo com o Facebook para permitir que, durante a campanha “Mc Dia Feliz” (voltada para arrecadar recursos para entidades de combate ao câncer infantil, com as vendas do tradicional sanduíche “Big Mac”) a operação de venda seja feita também, pela rede social, aumentando assim o alcance da campanha.

Utilizando o Facebook, o cliente garante a compra de um ticket para a retirada do Big Mac, no dia específico do Mc Dia Feliz, em qualquer das 900 lanchonetes da rede McDonald’s.

Ótima ideia!

(*) Engenheiro Eletrônico

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