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Alexandre Moura: Primeiro lugar no ranking!

Alexandre Moura. Publicado em 7 de agosto de 2020 às 8:20

Mais uma ótima notícia propiciada pelo “Polo Educacional-Tecnológico de Campina Grande”. Neste momento de crise econômica e com a consequente retração no mercado de trabalho, bem como na “empregabilidade”, o portal da Internet Catho Online (www.catho.com.br), criado em 1996 e especializado na divulgação de currículos e vagas de emprego, divulgou seu “Ranking” anual de cursos de nível superior, em várias áreas do conhecimento.

Pela lista da Catho, o Curso de Ciência da Computação da UFCG – Universidade Federal de Campina Grande ficou em Primeiro Lugar! O curso da UFCG obteve média 4,9 (máximo de 5), deixando em segundo lugar a UFMS – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e em terceiro, o curso da UFV – Universidade Federal de Viçosa.

Para “construção do ranking”, a equipe técnica da Catho utiliza um cadastro com “aproximadamente, 200 IES – Instituições de Ensino Superior de todo o Brasil”, computando a “Avaliação dos Ex-Alunos” dos cursos e o “Impacto na Carreira” métrica relacionada à IES onde foram formados.

Novamente, Campina Grande se destaca quando o assunto é C,T & I (Ciência, Tecnologia e Inovação)!

Amazon” vai ao espaço!

A concorrência dos gigantes do e-commerce (comércio eletrônico) tem crescido no mesmo ritmo que o volume de vendas deste modelo de negócio e literalmente, o Céu é o limite. Ou melhor, o Espaço!

A empresa americana Amazon, uma gigante do e-commerce mundial, planeja colocar 3.236 satélites em órbita, nos próximos anos.

O primeiro passo já foi dado, com o projeto já tendo a aprovação da FCC (Federal Communications Commission) do Governo dos Estados Unidos, entidade semelhante a brasileira ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações). A ideia é ter uma rede própria de pequenos satélites para prover acesso a Internet (pelos consumidores é claro) de alta velocidade, em qualquer parte do planeta (previsão de atender 95% da população mundial).

Denominada de “Sistema Kuiper”, a constelação de satélites da Amazon, demandará investimentos da ordem de R$ 55 bilhões nos próximos dez anos.

 Mais de um bilhão de ataques cibernéticos

A pandemia tem prejudicado a vida de milhões de pessoas e muitos negócios, em nível mundial, tem entrado em colapso. Mas tem um “segmento” que parece não ter sido afetado pelo COVID-19. Trata-se dos “Ataques Cibernéticos” (numa definição simplista: é “qualquer tentativa de roubar, expor, alterar, destruir ou ter acesso, a um computador sem autorização”).

O número deste tipo de crime aumentou de forma exponencial nos últimos meses e uma explicação para esse aumento, foi á necessidade da população de “ficar em casa” devido a tentativa de controlar (ou diminuir) a propagação do vírus.

Desta forma, o acesso a Internet de casa (por computadores e smartphones) aumentou bastante, seja para trabalho (Home Office, com acesso a informações da empresa empregadora sendo um “apetitoso” alvo para os criminosos virtuais), lazer, pedido de alimentação ou compras (vide o aumento estratosférico do comércio eletrônico, já mencionado em colunas anteriores).

Esse novo “ambiente” é o “paraíso na terra” para os hackers, visto que uma rede doméstica (e os equipamentos nela conectados) é muito menos protegida, que as corporativas (no ambiente empresarial ou de um órgão público).

Mais de um bilhão de ataques cibernéticos (II)

Para se ter ideia do tamanho do problema, somente nos últimos três meses, o “Brasil sofreu mais de 1,6 bilhão de ataques cibernéticos”, segundo um levantamento realizado pela Fortinet Threat Intelligence Insider Latin America, plataforma que analisa em nível mundial, incidentes de segurança na Internet (tanto de empresas quanto de usuários domésticos).

O número é alarmante e continua crescendo. O alvo predileto, nestes últimos meses, são os “trabalhadores remotos” das empresas dos segmentos de energia, financeiro (especialmente administradoras de cartões de crédito), logística e de cosméticos (algumas marcas com grande número de vendedores/representantes externos).

Por isso, a recomendação de reforçar a segurança cibernética nos equipamentos (no mínimo com a instalação de um bom antivírus) sendo utilizados pelos profissionais que estão de Home Office.

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Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

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Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Diretor da Light Infocon Tecnologia S/A e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP - Associação Brasileira de Fomento à Inovação em Plataformas Tecnológicas.

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