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Alexandre Moura: Inteligência Artificial

Alexandre Moura. Publicado em 12 de março de 2021 às 11:17

O MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações lançou um Edital do “Programa IA2MCTI” que tem o objetivo de “aumentar o número de startups especializadas em Inteligência Artificial (IA) no país, através da inovação aberta”.

O Programa IA2MCTI atualmente, conta a participação de 31 startups que estão na fase de aceleração e o Edital pretende selecionar “15 empresas âncora para adotar as tecnologias de IA desenvolvidas por essas 31 empresas”.

Segundo técnicos do MCTI, a ideia é atrair e selecionar “empresas que utilizem IA em seus negócios para aumentar a produtividade e startups de IA que tenham interesse em investir diretamente nesses negócios”, tanto com parcerias tecnológicas quanto com recursos financeiros.

As empresas candidatas devem atuar “em pelo menos uma das quatro áreas estratégicas selecionadas: agronegócio, indústria, saúde e cidade inteligentes”.

Mais informações no endereço www.mcti.gov.br

Risco

Para quem “gosta” de arriscar e diversificar, os investimentos, uma nova modalidade começa a ficar disponível nos Estados Unidos. Trata-se da nova fronteira do segmento de criptoativos, os investimentos em “obras de arte digitais e vídeos de jogadas da NBA (National Basketball Association, a liga profissional do basquetebol americano)”.

Denominados de NFTs – sigla em inglês que significa “tokens não-fungíveis” (espécie de moeda/símbolo não-fungível, sendo a palavra “fungível” definida como algo que pode ser substituído por outra coisa de mesma espécie, qualidade, quantidade e valor) – estão na “mira” dos investidores, “pela alta lucratividade”, lembrando que o risco também, é extremamente alto.

A tecnologia por trás dos NFTs, existe desde 2012, mas só no ano passado começou a ser mais divulgada e usada. Tudo indica que essa “modalidade de investimento” deve chegar por aqui em pouco tempo.

Risco (II)

Também nas bolsas de valores, existem oportunidades interessantes, mas com risco alto (além do normal, quando se fala em investir em ações). Trata-se de ações de empresas de tecnologia (fora da lista das famosas, como a Tesla, Google, Microsoft, Facebook, Apple e Instagram) pequenas, medias e pouco conhecidas (principalmente aqui no Brasil) e que podem gerar bons rendimentos nas bolsas americanas, especialmente na NASDAQ (a bolsa “especializada” em ativos de empresas de tecnologia).

Com a retomada da economia mundial após o fim da pandemia, as empresas de menor porte tendem a crescer ainda mais e ter suas ações valorizadas, gerando ganhos interessantes.

Mas, novamente, é bom frisar que o risco de investir nessas empresas é muito grande e é necessário ter muita cautela e assessoria especializada.

Pesquisa sobre Home Office

Uma pesquisa recente, feita pela empresa de consultoria “Consumoteca” tratando da opinião dos brasileiros sobre o “trabalho em casa”, comumente chamado de Home Office, mostrou que a maioria dos trabalhadores pesquisados, cerca de 73%, “preferem não trabalhar o dia todo em casa, pois sentem falta do ambiente das empresas”.

Um dos motivos elencados para esse, digamos descontentamento como o Home Office, segundo os entrevistados, “é a falta de diferenciação entre os espaços de lazer e de trabalho”, inexistente nas residências.

Essa pesquisa e outras na mesma linha, devem aprofundar o debate deste tipo de opção por parte das empresas e de seus colaboradores, quando a pandemia passar.

De qualquer forma, o resultado da pesquisa é bem interessante e deve servir de parâmetro para o planejamento futuro da gestão da força de trabalho de muitas empresas, em especial as de tecnologia.

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Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

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Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Diretor da Light Infocon Tecnologia S/A e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP - Associação Brasileira de Fomento à Inovação em Plataformas Tecnológicas.

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