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Alexandre Moura: “Clubhouse”

Alexandre Moura. Publicado em 19 de fevereiro de 2021 às 9:52

Esse é o nome da mais nova “rede social” que tem recebido adesão diária, de milhares de novos usuários (por enquanto acessível só para convidados ou para quem se cadastrou, e fica numa fila de espera até ser aprovado), desde que foi disponibilizada no início deste mês.

Mesmo ainda em testes, o Clubhouse – criada no ano passado pela empresa de tecnologia americana Alpha Exploration Co” – só está disponível para smartphones da Apple (sistema operacional iOS) e foi “pensada e desenvolvida”, exclusivamente para mensagens de áudio.

Como o “uso de voz” está cada vez mais popular nos ambientes digitais (é só ver a quantidade de mensagens de áudio enviadas pelo WhatsApp, por exemplo), tudo indica que o Clubhouse tem um grande futuro pela frente e deve “explodir” (no sentido de crescimento rápido) nos próximos meses, principalmente quando a versão para sistema operacional Android estiver disponível.

TIM e WhatsApp “clonado”

O Portal da Internet “Correio Forense” (www.correioforense.com.br), especializado em informações sobre ações judiciais, publicou matéria sobre uma sentença judicial da “4ª turma Recursal Cível do Tribunal de Justiça do estado de São Paulo, que deu provimento ao recurso de um usuário do WhatsApp que teve o aplicativo de mensagens clonado”.

Essa sentença – que condenou a operadora de telefonia celular “TIM” a pagar uma indenização de R$ 25.000,00 – é muito importante devido as constantes clonagens de celulares que virou, praticamente, uma rotina em todo Brasil. A condenação da TIM englobou, “danos emergentes no valor de R$ 10.000,00 e danos morais em R$ 15.000,00.

Na primeira instância, o pedido do usuário do App foi julgado improcedente, sentença reformada no TJ/SP que levou em consideração que: “Numa sociedade de massa em que se privilegia o consumo e o crédito ao consumidor, torna-se fato notório a importância dada à existência de eventos danosos aos consumidores.” É uma vitória importante para todos os usuários da telefonia celular no país.

32%

Esse é o percentual de crescimento, previsto, para o e-commerce (comércio eletrônico) brasileiro, neste ano de 2021, segundo relatório da “XP Investimentos”.

Pelo documento da empresa, “o crescimento deve ser acelerado pela digitalização dos consumidores aliada ao fortalecimento das iniciativas multicanal de vendas”.

Atualmente o Brasil é “o 10º maior mercado mundial de comércio eletrônico”, sendo bastante competitivo, pois tem várias empresas de capital brasileiro, atuando nacionalmente, a exemplo do “Mercado Livre”, “B2W”, “Magalu” e “Via Varejo”. Além de, evidentemente, ser um mercado importante para as gigantes multinacionais como a Amazon e a Alibaba.

Caso a previsão de crescimento da XP seja atingida, o Brasil deverá subir mais algumas posições no ranking do e-commerce, em nível mundial.

“Marcus Invest”

As transformações no mercado financeiro mundial continuam aceleradas. A última novidade vem do banco americano Goldman Sachs, que vai deixar sua “tradicional postura conservadora” (no tocante ao uso de novas tecnologias e no perfil de seus clientes) com o lançamento da plataforma robotizada de orientação/assessoria de investimentos, denominada de “Marcus Invest”.

Segundo matéria do The Wall Street Journal, jornal americano especializado em finanças,  a plataforma é voltada para os usuários de smartphones, acostumados com “Apps financeiros” e com um mínimo de R$ 6.000,00 para investir.

Para se ter uma ideia “do tamanho da mudança de direção do Goldman Sachs”, desde sua fundação (há 150 anos) o banco não atuava no “varejo” e só atendia clientes com disponibilidade, mínima, de R$ 50 milhões para investir. Esse é o mais importante movimento do banco no caminho da “digitalização”, depois da compra da “Fintech Honest Dollar”.

Por mais “conservador” que seja um banco, a digitalização não é uma opção e sim, uma necessidade. O mercado está exigindo (a digitalização) e não dá para ignorar, sob pena de perder clientes. Essa é a realidade e a diretoria do Goldman Sachs entendeu isso.

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Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Diretor da Light Infocon Tecnologia S/A e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP - Associação Brasileira de Fomento à Inovação em Plataformas Tecnológicas.

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