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Alexandre Moura: Catalisa

Alexandre Moura. Publicado em 23 de outubro de 2020 às 7:48

O SEBRAE, avaliou a situação atual da economia brasileira e chegou à conclusão que o país “precisa, cada vez mais, de negócios inovadores de base tecnológica para acelerar seu desenvolvimento econômico e social”.

E as soluções e tecnologias geradas nas nossas Instituições de Ensino Superior devem chegar, rapidamente em quem precisa (as empresas) e assim gerar riqueza e desenvolvimento.

Para que isso aconteça, faz-se necessário agilizar/facilitar à aproximação entre a academia e o mercado. Com essa preocupação, o SEBRAE criou o Projeto CATALISA, “um conjunto de ações de aceleração para oferecer aos pesquisadores capacitação em gestão, mentorias, fomento a projetos e acesso ao universo empresarial”.

O objetivo é “implementar planos e projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação que resultem na criação de negócios inovadores e na transferência de tecnologia”.

Informações de como participar e detalhes do CATALISA podem ser obtidos no endereço: https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/catalisa

Transformação Digital Acelerada

Um levantamento realizado pela empresa americana Equinix, que atua no segmento de data centers (armazenagem e gestão de dados), mostrou que a pandemia “acelerou a transformação digital dos negócios”.

Esse movimento já era perceptível, mas agora está confirmado com dados e informações concretas.

Denominado de GXI – Global Interconnection Index e publicado anualmente, mostra claramente que o Covid-19 “mudou, drasticamente, os planos das empresas com relação aos investimentos em infraestrutura digital, para os próximos três anos”.

De acordo com o documento, dos onze setores estudados, os segmentos de “conteúdo e mídia digital” terão um crescimento (previsão) na América Latina, de 62% nos próximos três anos”.

Destaque para as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e a capital do México com o crescimento mais acentuado.

Para suportar esse rápido crescimento, os provedores de serviços digitais dos segmentos de cloud (computação e armazenagem de dados na “nuvem”) de telecomunicações, de conteúdo e mídia digital devem aumentar em cinco vezes a velocidade de interconexão até 2023!

Ou seja, o mercado estará bem aquecido nos próximos anos e a “briga” relacionada a tecnologia 5G, vai ficar cada vez mais acirrada, em nível mundial.

ENRICH

O ENRICH, sigla para “European Network of Research and Innovation Centres and Hubs” (Em português: “Rede Europeia de Centros e Polos de Pesquisa e Inovação”), cuja representação no Brasil (que tem, como um dos parceiros no país, a BRAFIP – www.brafip.org.br) tem a missão de criar oportunidades de pesquisa e negócios para organizações europeias no mercado brasileiro e estimular a demanda por serviços de tecnologia europeus no país, acaba de lançar um edital, em nível mundial, no valor total de cerca de 1 bilhão de euros.

A chamada é voltada “para projetos de pesquisa e inovação que respondam à crise climática e ajudem a proteger os ecossistemas e a biodiversidade únicos da Europa”, ajudando ainda, na recuperação dos países europeus da crise do Covid-19, transformando desafios verdes em oportunidades de inovação.

O edital, denominado de “Chamada de Acordo Verde”, tem o objetivo de financiar projetos que apresentem soluções rapidamente e que tenham, “escalabilidade, disseminação e ampla aceitação mercadológica”.

O prazo para inscrições vai até o dia 26 de janeiro de 2021, com os projetos selecionados recebendo os investimentos no segundo semestre de 2021.

Mais informações no endereço: https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_20_1669

4G na Lua

Pode até parecer maluquice, mas a “Lua, em breve, vai receber serviços de telefonia celular 4G”. A ideia é da NASA, a Agência Espacial Americana, que pretende investir R$ 71 milhões para ter uma rede de telefonia celular, com tecnologia 4G, até o ano de 2030.

Para alcançar essa meta, a NASA assinou um contrato com a empresa multinacional Nokia para a “construção da infraestrutura de telecomunicações da Lua”, conforme matéria publicado no portal americano de notícias “Business Insider”, especializado em economia.

A ideia da NASA é “possibilitar a qualquer astronauta que estiver em uma futura base lunar, o uso de um smartphone como fazemos hoje na terra, incluindo acesso a redes sociais.”

É a “ficção científica” se tornando realidade, em breve.

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Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Diretor da Light Infocon Tecnologia S/A e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP - Associação Brasileira de Fomento à Inovação em Plataformas Tecnológicas.

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